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domingo, 26 de agosto de 2018

16ª Festival de literatura Recifense

Foto: Reprodução/Divulgação

Aconteceu este fim semana (26), o 16º Festival de literatura Recifense: A Letra e a voz que contou como homenageado o poeta Miró da Muribeca famoso na cidade por sua poesia de cunho social. Comparecemos ao evento no sábado para oficina de Clarice Freire também escritora e Pernambucana que ministrou uma oficina de escrita criativa para quem se inscrevesse onde só era preciso entregar um livro de um autor Pernambucano para doação.  

Assim como ela Fred Caju, Marcelino Freire e João Lin ministraram essas oficinas ambas no mesmo horário das 14h às 17 horas. A oficina da Clarice foi linda e um marco para quem quer ser escritor ter noção de por onde começar a entender esse mundo de escrita e não ter medo da palavra antes de escrevê-la. 
 


 No domingo, rolou o encerramento que infelizmente não consegui comparecer teve um sebo e um Jam poético-musical com Amaro Freitas, Bel Puã e Miró. Não rolou muito apoio da mídia local pelo que pude perceber, só conheci o festival graças a Clarice e a Jubs do Lanterna Lunar que me enviou o post da autora sobre a oficina.

O que é muito triste, pois em tempos onde estamos discutindo o que é ou não literatura estamos vendo pessoas se apropriando de um discurso elitista para falar a respeito disso em grandes veículos. O que diz muito sobre quem estamos deixando ocupar estes espaços e por que mesmo Miró sendo um poeta do povo não recebeu toda essa atenção mais que merecida? São ótimos questionamentos a serem feitos a respeito dos próximos festivais e a divulgação deles para o povo possa de fato ter acesso a este espaços. Afinal, a cultura tem que ser democratizada a todos.  

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