domingo, 29 de abril de 2018

One day at the time | Viciada em séries

Baseada numa sitcom de mesmo nome de 1975. A série de tv conta a história de uma família americana com raízes cubanas. Uma mãe recém-divorciada e ex - militar cria seus dois filhos na companhia de sua vó também. O foco da série são os desafios de uma mãe solteira para criar seus dois filhos com ajuda de sua mãe cubana. Aborda temas como doenças mentais, feminismo, machismo, sexismo, sexualidade, imigração, racismo que os latinos sofrem ao viverem no Estados Unidos.

A série foi aclamada logo após seu lançamento em 2017 também foi eleita uma das melhores do ano concorrendo a diversos prêmios. E a Netflix também anunciou a renovação este ano da terceira temporada o que deixou os fãs enlouquecidos. As discussões que a série trás em cada episódio são de extrema importância que utilizam do recurso da comédia para chamar atenção do público mais jovem, mas também não deixa os mais velhos entediados ao assistir.  
Nos primeiros episódios a Penélope (Justina Machado) está se recuperado do estresse pós-traumático depois da separação com seu marido alcoólatra e está tentado ter um novo interesse amoroso. Sua filha adolescente Helena (Isabella Gómez) está resistindo sobre ter uma Quinces, pois acredita que é um ritual sexista. Alex (Marcel Ruíz) seu filho mais novo está criando seu projeto com ajuda do vizinho Schneider (Todd Grinnell) e sua mãe Lydia (Rita Moreno) uma refugiada que deixou Cuba na ascensão de Fidel Castro está auxiliando nesse processo de criar os filhos  

De longe é uma das minhas novas séries favoritas. Apesar de ter outras para pôr em dia não consigo largar está. O espectador vai se tronando parte da vida e rotina da família cubana acompanhando os dilemas, suas jornadas pessoais e tornando parte da família.

Cartazes das séries:
1975 | 2018


sexta-feira, 27 de abril de 2018

É assim que acaba | Estante



Nome: É assim que acaba.
Autora: Colleen Hoover.
Páginas: 368 páginas.
Editora: Record.
Classificação: 

Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino 
Aviso: Este livro pode contém gatilhos sobre abuso sexual, violência psicológica e física.

Sinopse: Lily sempre foi uma pessoa privilégiada, mas isso não impediu que ela corresse atrás de conquistar seus sonhos trabalhando arduamente sozinha para montar sua própria loja. Após um período trabalhando em uma empresa de marketing e o falecimento de sue pai ela decide que finalmente está na hora de abrir seu próprio negócio em Boston. Logo após conhecer um neurocirurgião chamado Ryle Kincard tudo parece bom demais para ser verdade.

Ryle é um jovem ambicioso, teimoso, arrogante algumas vezes e se sente atraído por Lily, mas possui uma estranha aversão a relacionamentos. A garota ainda guarda sentimentos por Atlas Corigan que foi seu primeiro amor, mas ela o deixou para trás junta com sua ligação do passado. Quando ele ressurge e trás todo o passado atona tudo que ela construiu com Ryle para estar ameaçado pelo seu amor antigo. 

Após o velório de seu pai ela ainda sabe muito bem o próximo passo e está extremamente confusa sobre o futuro. Tudo parece estranho e inseguro quando ela conhece o Ryle que deixa tudo bom demais para ser verdade, mas o futuro dos dois se encontra ameado por coisas que ela jamais fosse esperar.



Minhas impressões:
Esse foi um dos livros mais difíceis que já li. Era o que eu estava mais curiosa e ansiosa para que fosse publicado no Brasil. Entender o lado da vítima é sempre mais complicado principalmente porque sempre julgamos a partir de nossas próprias vivências com a nossa visão etnocêntrica. 

E aqui no Brasil muitas mulheres ainda sofrem com a violência dentro de sues relacionamentos abusivos. Após um vídeo da Jout Jout em 2015 que vemos essa discussão a respeito de relacionamentos abusivos se tornar mais ampla com o vídeo Não tire o batom vermelho que foi um estopim para libertar diversas mulheres desses relacionamentos. Com certeza todo mundo precisa ler esses livro. Esse é mais um daqueles que prova porque literatura jovem é importante.

Sob a escrita maravilhosa e incrivelmente dolorosa Colleen Hoover conta uma história com diversas características de cunho pessoal debate temas como abuso e violência doméstica. Não deixem de ler as notas de agradecimento da autora confesso que chorei até nos agradecimentos. Este é um livro difícil que contém diversos gatilhos. Se torna mais complicado ainda principalmente se você for mulher ao se colocar no lugar da outra mulher torna tudo ainda mais doloroso. É como um grande soco no estômago a leitura dessa história e isso é o que torna tudo tão impactante a maneira como ela cria cenários e descreve as situações é tão real que assusta.    

Citações favoritas:
Sinto que todo mundo finge ser quem é, que, no fundo somos todo igualmente ferrados. Alguns apenas escondem isso melhor que outros.
Não existem pessoas ruins, todos nós somos humanos e, ás vezes fazemos coisas ruins.
Ninguém é exclusivamente ruim ou bom. Algumas pessoas só precisam se esforçar mais para suprimir o lado ruim.
Muitas pessoas se recusam a admitir que são egoístas demais para terem filhos.
Espero que você desafie as probabilidades e realmente conquiste seu sonho.
Mas às vezes não dá para controlar a própria mente. É preciso treiná-la para nunca mais pensar a mesma coisa.
Mas algumas coisas, como as árvores, são fortes o bastante para sobreviver dependendo somente de si mesmas e mais ninguém.
É a natureza humana: curar uma ferida antiga e preparar uma nova pele.
Porque ultimamente sinto como se eu fosse me afogar, e às vezes as pessoas precisam lembrar que só devem continuar a nadar.
O tempo definitivamente cura todas as feridas. Ou pelo menos a maioria.
Só porque não terminamos na mesma onda não significa que não fazemos parte do mesmo oceano.
Pode para de nadar agora, Lily. Finalmente chegamos a costa.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Cada livro, um mundo | Escritos

Foto: Pinterest

A literatura mudou minha vida de diversas formas. Me deu amigos, me tirou da minha zona de conforto e conheci lugares incríveis sem precisar sair do meu quarto. É lindo, interessante e uma experiência única o que um livro pode fazer por você.

Cada leitura é uma terra como e Flash o multiverso em que ele vive. Te abre portas como em Harry Potter quando eles usam o feitiço alohomora. Te faz esquecer conceitos retrógados sobre política e ensina a pensar criticamente a respeito. Enxergar que o mundo é maior do que só o seu país e que vão existir pessoas que irão procurar abrigo nele, porquê não conseguem encontrar um lar onde moram, pois, a guerra política pode cegar o mundo. 

Faz você esperar ansiosamente aquela carta de hogwarts que nunca vai chegar, mas isso não impede que esse universo te ensine sobre amor, amizade e família. Também sobre como quando nós não conhecemos o passado de uma pessoa a julgamos por quem ela tornou sem pensar que todos nós temos nossas próprias batalhas pessoais todos os dias.

Um livro pode mudar uma vida. O conhecimento é a chave para a ignorância. 
Triste é pensar que nem todos tem o privilégio do acesso e ao hábito de leitura.

domingo, 22 de abril de 2018

Últimos cds favoritos | Playlist

Foto: Pinterest

Faz tempo que não comento sobre música por aqui, mas sempre posto no stories o que estou ouvindo. Escuto muito MPB como de costume, porém sempre tento ouvir de tudo um pouco para mesclar os ritmos e o inglês ajuda muito no meu listen para estudo. 

Para ouvir os discos vocês podem clicar nos títulos e ir direto para link no spotify. 



Tais alvarenga - Coração só Comecei a ouvir Tais por um indicação de um amigo e adoro as músicas delas as letras são muito sinceras. Sempre procuro ouvir para me inspirar nos processos criativos. 


Rubel - Casas Minha paixão por Rubel surgiu do a partir de sugestões do spotify, sou apaixonada pela delicadeza de suas canções e suas melodias singulares. Casas é seu último projeto com uma proposta diferente os último disco Pearl e conta com participações especiais de Rincon Sapiência e Emicida.


Tim Bernardes - Recomeçar Tim é um dos novos artistas (nova geração do MPB) que produz um som bacana e tocante com suas letras delicadas e melodias particulares. Recomeçar é que dá título ao seu disco é particularmente minha favorita. Ele também faz parte do grupo Paulistano O terno, mas esse é seu primeiro álbum solo.



Depois de assistir o trailer de O sol da meia noite eu fiquei simplesmente viciada nessa banda que se chama The Strumbellas especialmente em Spirits, mas to adorando ouvir o álbum descobrir bandas novas é um dos meus passatempos favoritos. Estou ouvindo esse álbum da foto e adorando

Taylor Swift - Reputation foi lançado no início do ano, mas nunca largo dessas músicas adoro como ela se reinventou como artista, suas letras novas, clipes e as melodias dançantes. Mas a minha favorita de todas ainda é Call it whant you want.

sábado, 14 de abril de 2018

Alessa e Katie | Viciada em séries

Imagem: Netflix

Alexa é uma jovem de 16 anos que está passando por um tratamento para curar o câncer. Katie é sua melhor amiga e aliada nessa jornada difícil que é de tratar de uma doença como está. Logo no primeiro episódio as duas não estão num dilema de como vai ser começar o ensino médio, pois a jovem teme que as pessoas a tratem diferente pela doença e no primeiro momento decide esconder de todos.
Imagem: Netflix

Quando seu cabelo começa a cair ela fica preocupada em como vai esconder das outras pessoas a doença. Sua melhor raspa a cabeça junto com ela o que foi de longe um das minhas partes favoritas da série. A amizade delas é inspiradora. A doença pode ter impossibilitado a garota de fazer muitas coisas, mas com a amiga ao seu lado ela se ente mais feliz e normal. Voltar para escola é difícil, pois ela não pode mais jogar basquete e nem fazer  a maioria de suas atividades normais até o final do seu tratamento.

Apesar de sua doença Alexa ainda se mantem muito confiante e feliz por continuar vivendo e que os tratamentos estarem respondendo. Sempre bastante divertida, engraçada ao lado de Katie. Adoreia trilha sonora em especial por conter a Alessia Cara uma das minhas cantoras favoritas e Wild Things é um de seus singles.

A série foi lançada em março e em abril já foi renova para uma segunda temporada, após receber muitas críticas construtivas ainda sem previsão de data de estréia a nova temporada.

Confira o trailer:

Eu te disse adeus no meu bloco de notas | Escritos

foto: tumblr


Escrevi seu adeus naquele meu celular velho no bloco de notas que eu nunca vou mais conseguir acessar, pois esqueci de fazer backup dos últimos textos. Queria poder reler e lembrar de tudo, mas só me recordo de algumas partes. Aquele dia tinha sido difícil chorei de saudade uma parte da madrugada toda e não aguentava mais guardar o que sentia dentro do peito.

Cada verso que escrevi jurei não gostar mais ti, não te escrever jamais. Pelo menos enquanto houvesse sentimento dessa história inacabada. Esqueci minha banda favorita por alguns meses e quando tocou de novo só senti saudades, mas não aquela saudade que dá frio na barriga só de pensar em te encontrar de novo ou de lembrar dos nossos momentos. Aquela saudade com gostinho de adeus. 

Era o fim, meu coração tinha finalmente aceitado. Você se foi, eu também e trilhamos histórias diferentes. Hoje, nossos caminhos ainda se cruzam, porém com menos frequência. Andar na rua e pensar em trombar em você já não me assusta mais e nem me deixa com medo de sentir aquela avalanche de emoções de novo. 

Andar pelos mesmos lugares da cidade não dói tanto, só me trás aquela sensação de que o que foi pra ser já foi. Não tinha como voltar no passado e fazer diferente, pois a dor ensina a gente. Não dá forma mais agradável, porém toda escolha abre uma janela de possibilidades. 

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Sem você não é verão | Estante

Nome: Sem você não é verão.
Autora: Jenny Han.
Editora: Record.
Páginas: 304 páginas.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino 

Sinopse: Perder alguém é sempre difícil. E após a perda a casa de veraneio já não é mais a mesma e as famílias agora passam seus verões separadas. Belly está em seu último verão antes da faculdade e sua melhor amiga Taylor acredita que ela precisa esquecer Connor de uma vez por todas e seguir em frente. Logo, depois do último verão em que ele a magoou bastante e ela está tentando esquecer seu primeiro amor. 

Jeremiah e Connor ainda estão superando sua perda. Jer ainda externa seus sentimentos e recebe ajuda, porém sue irmão mais velho se fecha numa bolha e impede que as outras pessoas o ajudem. Quando ele conta par Belly que seu irmão desapareceu ela vai ter que fazer uma escolha difícil entre passar o verão procurando o cara que ama ou finalmente deixar ele partir e o esquecer de uma vez.         

Minhas impressões:
Belly está mais madura nesse livro e enfrentando os dilemas de toda adolescente que está prestes a terminar o ensino médio. A faculdade será um grande recomeço para ela e sua melhor amiga, mas esquecer o Connor ainda é uma tarefa difícil, pois por mais que parte dela saiba que é o certo seu coração ainda não entendeu isso. 

Nesse segundo volume uma grande perda vai abalar as famílias e deixar tudo fora dos eixos. Os verões em Cousins se tornaram extintos e agora todos estão separados. Esquecer o Connor e lidar com o luto tem sido a tarefa de Belly nos últimos meses. Perdas são extremamente difíceis e complicadas. E cada pessoa em especial tem uma maneira de lidar com seu luto.

Pude conhecer um pouco mais do irmão mais velho e seus sentimentos e talvez compreender dele um pouco melhor, mas ainda sim julguei um pouco algumas atitudes dele. Entendo o luto, mas nada justifica ser um babaca completo com a Belly. Temos algumas narrações do Jere e podemos compreender como ele se sente depois da perda e a respeito da Belly também. A história toma um rumo inesperado nas últimas páginas dando algumas reviravoltas que fizeram correr para o terceiro livro.       



Citações favoritas:

Quando uma pessoa que você ama morre, a situação não parece real.

É assustador ver como as promessas se quebram com tanta facilidade. Num piscar de olhos.

E não importa o que você faz ou o quanto você tenta, não se pode evitar um sonho.

Você acha que sabe o que é o amor, você acha que sabe o que é dor de verdade, mas não sabe. A gente não sabe de nada.

Não queria que meu amor desaparecesse um dia, como uma antiga cicatriz. Queria que ele ardesse para sempre.

Porque às vezes as palavras eram tão lamentavelmente inadequadas, e eu sabia disso, mas eu tinha que tentar de qualquer forma.             

Imensurável, um momento se esticando para o seguinte.

O futuro é incerto, mas continua sendo meu.