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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Próximas adaptações literárias | Manteiga de cinema

O último livro de Jennifer E. Smith publicado no Brasil com o título de original Windfall traduzido Sorte grande vai virar filme. E quem está escrevendo a adaptação é Lauren Graham atriz e escritora icônica conhecida por alguns de seus papéis famosos sendo um deles na série Gilmore Girls como Lorelai Gilmore. A Jennifer também trabalha com editora e trabalhou com o livro de memórias de Lauren Falando o mais rápido que posso.

Sorte grande conta a história de Alice que não acredita na sorte após perder seus pais quando era mais nova juntamente com seu melhor amigo Teddy e primo Leo. O livro já foi resenhado aqui no blog, você pode conferir clicando aqui. 


Turma da Mônica Laços - O filme em janeiro teve seu primeiro teaser divulgado e algumas fotos liberadas recentemente. Ainda não li essa HQ, mas pretendo ler antes de 2019 o filme estava anunciado para 2018, mas foi adiado. Quem cresceu lendo Turma da mônica sabe que são primeiros livros para começar a sua vida enquanto leitor e despertar seu interesse na leitura assim como outros gibis, quadrinhos e tirinhas.

Site para se cadastrar e conferir as novidades: https://www.turmadamonicaofilme.com.br/


O livro Boy Erased também será adaptado infelizmente as editoras brasileiras ainda não tem nenhuma previsão de quem vai publicar a história, mas não deve demorar muito. O livro é uma história sobre religião, intolerância e família de acordo com sua descrição no Goodreads. Pelo trailer já me emocionei demais e com as resenhas do Goodreads também. Confira o Trailer:

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Sorte Grande | Estante

Nome: Sorte Grande.
Autor: Jennifer E. Smith. 
Editora: Galera Record.
Páginas: 384 páginas.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino

Sinopse: Alice não acredita mais em sorte depois que perdeu os pais tragicamente. Mas ainda acredita no amor de seus tios, o primo Leo e o melhor amigo o Teddy. Uma combinação maluca de datas especias, bilhetes de loteria e aniversários faz com que ela dê um bilhete vencedor de presente para o seu amigo. O garoto acaba ganha a bolada de quase 150 milhões de dólares e isso muda tudo na vida dos três amigos. Um beijo trocado na hora errada acaba deixando tudo ainda mais confuso. Dinheiro não compra amor, mas será que ele não pode ajudar esses garotos?

Alice tem uma vida feliz com seus tios, mas ela daria tudo para poder abraçar seus pais outra vez. Desde que eles se foram é como se um muro tivesse se erguido sobre ela e deixar as pessoas entrarem é complicado, pois não é tão fácil quanto parece. Quando seu melhor amigo Teddy está prestes a completar dezoito anos ela acredita que um bilhete de loteria seria um ótimo presente. Com a combinação de aniversários e datas importantes ela aposta no presente sem pretensão de que tudo fosse mudar a partir daquilo.

Teddy e sua mãe tem tido uma vida difícil desde que o seu pai os deixou. O dinheiro vem na hora que ele menos espera e proporciona tudo que ele queria dar a mãe: mais conforto e menos tempo trabalhando. O que ele não esperava que um beijo trocado entre as comemorações o deixasse tão confuso e incerto sobre o futuro. 


Minhas impressões:
A narrativa da Jennifer é uma das minhas favoritas. Sou complemente apaixonada pela maneira que ela descreve os personagens e maneira com que faz a narrativa parecer leve mesmo com assuntos mais pesados. Uma das características de sua escrita é escrever romances com enfoque familiar o que particularmente me fez ficar apaixonada por ela desde A probabilidade estatística do amor à primeira vista e A geografia de nós dois já resenhados aqui no blog.

Escrever sobre problemas familiares tão bem é realmente o dom dessa mulher. Confesso que não gostei muito do Teddy em alguns momentos da história, mas entendo as motivações de algumas atitudes dele, só não concordo. Sempre tocando em temas profundos e acolhedores dentro do âmbito familiar ao citar as características de famílias que mesmo dentro de esteriótipos funcionam disfuncionalmente, pois não exite um modelo ideal.

O romance sempre tem um segundo plano. Ela faz os amigos serem uma espécie de rede para os problemas familiares e desavenças da vida. Sempre criando um grupo de amigos ou um determinado personagem de importância na história. A Alice, Leo e Teddy assim como muitos adolescentes estão passando pelos dilemas de descobrir quem eles querem ser e quem vão se tornar depois do ensino médio. E acompanhar isso tudo a partir da perspectiva da autora e sua narrativa particular é o que sempre me deixa animada para um novo livro dela. 

A narrativa parece cansativa caso você não esteja habituado aos livros dela, mas assim como em A geografia de nós dois tudo isso influência no resultado final onde todas as ponta se encaixam.

Citações Favoritas:

A vida não se curva a vontade de ninguém. E também não funciona baseada em um sistema de créditos. Só porque o mundo roubou algo de mim, não significa que me deva outra coisa em trica. E só porque estoquei uma quantidade grande de má sorte, não significa que vá receber algo de bom em troca.

As coisas que eu mais queria no mundo não podem ser compradas com dinheiro.

Quantas vezes uma vida pode ser dividida entre antes e depois?

Para sempre, penso, fechando os olhos por um segundo. Parece uma promessa tão frágil.

E ser parte de uma coisa - ser realmente parte - significa que essa coisa pode ser tirada de você. Significa que você tem algo a perder. E eu já perdi coisas demais.

Existem todo tipo de palavras que podem nos descrever. Mas a gente é que escolhe as mais importantes.

Você já foi a maior sorte que me aconteceu. 

Estar tão próximo de alguém que você ama sem que a pessoa saiba. Sem que ela jamais retribua. É terrível também.

Não é nenhum crime você sabe né? - O que? - Sua cabeça e seus coração estarem em lugares diferentes.

Às vezes, parece que o tempo é maleável, como se o passado se recusasse a ficar quieto e você acabasse arrastando por aí com você, querendo ou não. Outras vezes, parece tão antigo e distante quanto aqueles castelos. Talvez seja assim que as coisas devam ser. 

Há um espaço entre esquecer e seguir em frente, e ele não é fácil controlar.

Eu devia saber melhor que qualquer pessoa que a sorte não é um recurso infinito.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Driblando a ansiedade e criando novos personagens | Escritos

Foto: Pinterest

Tem dias que a ansiedade parece que vai me engolir.

E eu particularmente detesto isso profundamente. Às vezes é bem pesado porque eu simplesmente não consigo desligar a minha mente e dormir. Outras vezes é dilacerador internamente falando pensar demais, fazer de menos e isso se tona um ciclo constante. Se todas as coisas que penso num dia fossem anotadas provavelmente não teria tantas agendas incompletas guardadas no meu quarto.  

Porque se tem uma coisa que faço é pensar e divagar, na verdade literalmente viajo entre meus pensamentos. Sabe aquele lance de uma moeda pelos seus pensamentos acho que vi isso num filme, mas não lembro qual. Se alguém me dissesse isso provavelmente ficaria assustado com o volume e ritmo em que as ideias dançam na minha cabeça. É louco e pode ser bem desesperador às vezes, já fui rainha em sofrer por antecipação e olha me fazia um mal do cassete, mas com o passar dos anos venho conseguindo levar bem melhor com mais nitidez em determinadas situações. Hoje, penso, o que posso fazer para resolver isso? Como posso levar isso na calma sem ter um leve surto interno jogar tudo pro alto e correr pro mais longe possível? parece estranho, porém funciona. 

Nos dias que a ansiedade te domina e você não controla nada. Respirar fundo e pensar nessas coisas é uma mão na roda, mas isso não quer dizer que vai funcionar sempre. Às vezes me permito ficar na merda mesmo, sentada na minha cama sem livros (um milagre) sem música (um segundo milagre) e apreciando o silêncio que por mais seja solitário é muitas vezes onde crio minhas histórias, penso nos meus personagens converso com eles mentalmente e os imagino como se eles fossem meus melhores amigos. E então penso, é eu poderia escrever isto ou aquela história é realmente legal. Que texto de merda foi esse que pensei? ninguém leria isto, mas ai reviso dez vezes e acho que está incrível e que o mundo precisa ler.

Isso basicamente tem acontecido com mais frequência do que gostaria, mas sigo driblando a ansiedade e pondo minha saúde mental no pódio de coisas com as quais preciso me manter alerta, ou seja, no primeiro lugar antes de tudo pelo qual a maioria as pessoas não consideram importante, mas é de SUMA IMPORTÂNCIA. Apesar de existir todo um discurso de saúde mental atualmente todos nós sabemos que isso não alcança todo mundo e que nossos pais viveram numa geração completamente diferente da nossa. E inserir eles a está realidade é complicado, mas não impossível. 

E se você se identificou lendo o texto nunca é tarde para pediu ajuda, viu? (E nem para amar, eu amo esse filminho assistam) Você só precisar dar o primeiro passo.

domingo, 8 de julho de 2018

O coração escolhe o que quer | Escritos

Foto: Pinterest

Felizmente eu aprendi a levantar da cama e dizer que está tudo bem no dia seguinte. Sabe, cansei de chorar pelos cantos por você. Tem uma música da Selena que diz the heart want what it want que numa tradução literal seria o coração escolhe o quer. 

E o meu basicamente escolheu se livrar de você. Tomar um dose de amor próprio com gostinho de vodca com energético, mas quem se importa? É passado, nós somos passado. E agora olhando para trás com clareza e sendo sincera comigo mesma uma relação onde um sete pelo dois está fadada ao fracasso. Sempre soube que não passávamos de um laço daqueles que fazemos no sapato quando estamos com pressa e ele se desfaz com facilidade ao longo do dia. Mas o que me deixou confusa foi misturar razão e coração, o meu sabia o que queria o seu queria tudo e um pouco mais do que eu não tinha pra te oferecer naquele momento. Uma pena disse para mim mesma até te ver de novo na rua e nos beijarmos de novo.

Você me prometeu as estrelas e tirou meus pés do chão, mas da mesma forma que você me fez promessas fadadas ao fracasso me iludi e achei que todas elas iram se realizar num passo. Um grade demais para nós dois e curto demais para aquilo que estava prestes a se realizar na minha vida. Você disse que não tinha mais espaço para nós dois neste diálogo porque eu já tinha preenchido suas lacunas o que te deixou frustado.

Mas me diga meu amor, o que eu poderia fazer se o coração escolhe o que eu quer e ele simplesmente não escolheu por nós dois?

Existia um milhão de motivos para abandonar você, mas me fiz de cega e continuei ao seu lado. Meu erro, confesso. Tornei a corrigir assim que pude e segui meu caminho como já era esperado. E mesmo que os becos e esquinas nos esbarrassem constantemente, cada um seguiu para o seu lado. Fui viver minha vida e me tornei a mulher quem sempre quis ser (mas estava ocupada tentando juntar os pedaços desta relação fadada ao fracasso) já você não fiz muita questão de saber.

sábado, 7 de julho de 2018

Quinze Dias | Estante

Nome: Quinze Dias.
Autor: Vitor Martins.
Editora: Globo Alt.
Páginas: 208 páginas.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino


Sinopse: Felipe todo ano espera ansiosamente pelas férias de julho que é quando finalmente fica longe dos seus colegas de classe que o maltratam. Os planos dele são colocar as séries em dia, ler alguns livros ou simplesmente ficar só de bobeira mesmo. Porém todos os seus planos vão por água a baixo quando Caio seu vizinho por quem ele tem um crush vai passar quinze dias da sua casa e sua mãe esqueceu de contar para ele.

O Felipe sofre muito bullying por causa dos seus colegas de classe pro ser gordo e eles simplesmente se acharem no direito de usar isto como desculpa para o ofender o tempo inteiro. Em meio a todas as suas questões pessoais sobre corpo, sexualidade e amor o garoto se vê perdidamente apaixonado pelo seu vizinho caio cujo já foi seu amigo na infância. 

O Caio é superfã se senhor dos anéis e queria que os pais confiassem mais nele ao invés de o deixar na casa dos vizinhos ele gostaria de ficar e casa sozinho.O livro vai se passar num período de quinze dias e as pequenas coisas sempre importam muito na história. Tudo acontece naturalmente e gradativamente.



Minhas impressões:

É uma história de amor sem tragédias e isso é muito importante para a vivência, pois o Brasil é um dos países que mais mata LGBTQ+ e histórias como está só reforçam que todo mundo merece viver uma história de amor. E que algumas pessoas finalmente precisam enxergar isso com mais amor e menos ódio e parar de querer enfiar o nariz no relacionamento alheio.

O livro também trás várias discussões importante sobre corpo, amizade, família e amor. Me diverti muito lendo a escrita do Vitor é muito gostosa, ele é bastante engraçado e trás várias referências a cultura pop fazendo com o leitor se encontre na narrativa.



Citações favoritas:


E eu sei que não posso proteger todas as crianças, mas às vezes a arte pode. 

Ela é sua mãe. Ela e ama desde o segundo em que vocês nasceu.

O mundo inteiro é seu.

O destino pode ser um escudo ou umas espada. Cabe a você decidir.

Mesmo sendo magra, Melissa tem suas inseguranças. Então magreza não é um prêmio que se ganah na loteria e garante a felicidade eterna.

Eu já assisti comédias românticas e frequentei sessões de terapia por tempo demais para saber a minha felicidade não pode depender de outra pessoa.

Um dia você aprende a gostar mais de quem você é, e isso vai refletir em como as outras pessoas vão te enxergar. 

domingo, 1 de julho de 2018

As escolhas de amanhã ainda vou fazer | Escritos


Eu não gosto de magoar às pessoas. Embora tenha consciência de que isso pode fugir um pouco do meu controle. Às vezes, me pego pensando num momento aleatório e revendo se podia fazer diferente, se tinham outros caminhos dos quais ignorei ou simplesmente não prestei atenção. Só que em outros momentos isso não está no meu controle e é preciso ter consciência disso. Tanto pelo meu bem estar físico como mental, pois tem coisas que de fato são minha responsabilidade emocional, mas outras que nem de longe são. E, por isso sempre faço uma listinha mental se minhas escolhas vão afetar a vida de alguém e o quão profundo isso vai ser para mim e a outra pessoa.

Ninguém gosta de magoar ninguém. Mesmo que as pessoas digam que não se importam uma hora pôr a cabeça no travesseiro e olhar para o passado é inevitável. Por isso tenho preferido pensar que apesar do futuro ser consequência do passado minhas escolhas passadas não definem quem sou de verdade (a gente muda o tempo todo). Afinal, vivi muitas coisas e parte delas fugiram completamente do meu controle, fui honesta suficiente comigo para jogar a toalha no ano passado e admitir para minha mesma que tudo bem jogar a toalha. Já não estava bem faz tempo. Finalmente meu corpo e mente reconheceram que estava na hora de seguir. E é inevitável deixar algumas pessoas no caminho. Ninguém pode segurar ninguém nesta vida, embora sempre queremos estender a mão para o outro mesmo quando estamos até pior que ele.(pare com isso não é saudável)

Uma pessoa que admiro muito me disse uma vez que para os que são empáticos é preciso se compreender e respeitar para entender melhor aqueles que se desconhece. E me alertou que existem diversos tipos de sugadores de energia e podemos ser eles ou sofrer com eles. Geralmente, quem se põe em segundo lugar sofre com eles e quem acha que a vida de uma pessoa gira em torno de si mesmo quando existem problemas maiores os quais até desconhece, pois está tão cego que nem vê o que está na frente dos seus olhos é um sugador. Drummond dizia que "tinha apenas duas mãos e o sentimento do mundo" Cecília que "não tinha estas mãos sem força frias e mortas" e Pessoa disse antes de morrer que "não sei o que o amanhã trará". Eu costumava acreditar que não era dona do destino, mas descobri que sou dona das minhas escolhas e as escolhas de amanhã ainda vou fazer.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Liberado o trailer de The Hate U Give | Manteiga de cinema

Finalmente liberaram o trailer de The Hate U Give ou traduzindo para português O ódio que você semeia publicado no Brasil pela Galera Record.

Estou pedindo aos céus que cuidem do marketing desse livro/filme, pois além de tratar de um assunto extremante importante que todo mundo precisa ler este livro e ver esse filme. Já comentei sobre ele por aqui nas notícias de adaptações E atualmente ando relendo ele para fazer uma resenha descente, pois fiquei tão impactada e me sentindo tão mal quando acabei que não conseguia escrever uma linha.

O filme estréia nos EUA dia 19 de outubro e no Brasil ainda não em data de estréia. A resenha do livro sai em breve. 

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Minha vida mora ao lado | Estante

Nome: Minha vida mora ao lado.
Autora: Huntley Fitzpatrick.
Editora: Valentina.
Páginas: 319 páginas.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura| Saraiva | Submarino

Sinopse: Sam sempre gostou de espiar seus vizinhos pela sua janela. A sua família é muito regrada e sua mãe tem carreira na política e esta focando nela e neste verão, a sua irmã está de férias, mas decidiu não voltar para casa desta vez. Ela sempre observou os Garret seus vizinhos uma família grande e muito divertida da qual ela espia pela sua varanda há anos. Desta vez, uma estranha coincidência faz com que um dos filhos desta família acabe ficando próxima dela naquele verão.

Seria clichê dizer que Samantha nem de longe esperava o que estava prestes a acontecer? Ela sempre teve uma vida muito certinha sob os olhos de sua mãe. Porém este verão ela decidiu se dedicar a carreira política o que deixou a garota um pouco mais a vontade para ter experiências novas e conhecer pessoas diferentes. Numa noite de verão Jase Garret acaba se aproximando e o todo aquele barulho, afeto e caos que ela sempre que fizesse parte da sua vida estava mais perto do que esperava.

Quanto mais eles se aproximam mais percebem que estão se apaixonando um pelo outro. Porém eles precisam aprender lidar com todas as desavenças a respeito de suas famílias e primeiro amor. Até que algo acontece com Sam e ela se vê perdida a qual família recorrer. Será que alguém está pronto pra sacrificar tudo pela verdade?

Minhas impressões:
A narrativa da autora é cativante. Estava tão saturada de mais do mesmo que quando li, fiquei muito feliz de que apesar do enredo clichê pelos mesmos dilemas adolescente os personagens eram um pouquinho fora da curva. Livros com enfoque familiar são sempre os meus favoritos e as discussões a repeito de família deste livro são bem relevantes. Tem muitos personagens e todos eles tem um papel importante nesta história, o que é muito legal e difícil de ser feito sem deixar cansativa a leitura. Meu favorito sem dúvida é o irmão mais novo do Jase o George chama a Samantha de Sailor Moon e ama toy story. 

A leitura é muito gostosa e amo ler sobre famílias grandes muita confusão, gritaria e diálogos engraçados. A risada é garantida assim como suspiros como naquelas filmes da sessão da tarde. Também vamos ter umas reflexões a respeito de descobertas e maturidade na adolescência, afinal todo YA tem. O diferencial é a forma como é retratado e escrita gostosa da Huntley que deixa tudo mais leve.

É mais que um romance de verão é um grande diálogo sobre família, amar e ser amado. E tudo isso vai transformar ela como pessoa e isso não se dá apenas em função do seu relacionamento. As mudanças que ocorrem devido a aproximação dos dois mudam a perspectiva que a ´personagem tem sobre a vida e principalmente como pessoa. Também tem uma discussão sobre política de forma mais romantizada é claro, pois esse não é o foco principal da história.


Citações favoritas:

Acho que gosto de coisas que exigem tempo e atenção. Vale mais a pena assim.

Você está andando por um caminho, impressionado com a perfeição dele, com o fato de você se sentir incrível e, algumas esquinas depois, se perde num lugar pior do que qualquer coisa que poderia ter imaginado.

No entanto, nunca sabemos com certeza se, quando as coisas desmoronarem, vamos pensar na nossa segurança primeiro ou se isso vai ser a última coisa que vai passar pela nossa cabeça.

Nenhuma palavra é dita por um longo tempo. Mas tudo bem, porque até as mais importantes são apenas substitutos para o que podemos expressar de forma melhor sem nada a dizer. 

Não tem nada a ver com o jeito como as coisas parecem ao longe e tudo a ver como o modo como ela são de verdade.

domingo, 24 de junho de 2018

Uma carta no word | Escritos

Foto: Pinterest


Queria te escrever uma carta a próprio punho vovô, mas pensar que você nunca podeira ler ela para ti dói mais e prefiro escrever no word. Sinto tanta sua falta nos meus domingos, dos seus apelidos carinhosos e de como ficava feliz por eu gostar tanto de ler. Queria que soubesse que as pessoas talvez não tenham entendido o porque não consegui me trancar em casa num quarto quando você partiu e julgaram que não te amava.

Eu te amo tanto que dói e mesmo nunca tendo contado para você das minhas crises de ansiedade na minha cabeça não me permitir viver era ser egoísta contigo. Seu ciclo por aqui terminou e isso não significa que o meu que mal começou tem que ser como as outras pessoas querem que seja. Dois dias depois do seu enterro ouvi Nando Reis com meus amigos, tentei me divertir e quando ele cantou pude sentir que meu coração finalmente teve paz. Você estava em paz.   

Te ver no hospital foi muito difícil pra mim você nem sabe o quanto, desculpe não ter ido mais vezes aquele ambiente não faz bem é um dos meus gatilhos emocionais. Guardei os adesivos de visita no meu caderninho e não consegui escrever nada desde quando sai do seu enterro. Era como se as palavras fugissem de mim o que é frustante, pois sou metade literatura e a outra metade escrita. E não escrever sobre isso se tornou uma bola de neve que me bloqueou por meses de dizer o que sentia. 

Sinto sua falta.

Muita.

Mais do que poderia pôr em palavras.

Queria que estivesse aqui para contar dos meus livros que estão finalmente saindo da minha cabeça, pois parei de ter medo do que as pessoas vão achar e me preocupo mais se vou ser feliz com o que escrevi. Minha escrita vem tomando rumos surpreendentes e assustadores para uma garotinha que tinha diários e escrevia sobre seus desamores, as coisas que ela não entendia nos relacionamentos familiares e a morte (ainda não entendo isso, mas tudo bem). 

Cresci tanto em pouco meses que às vezes me olho no espelho e me pergunto se sou a mesma pessoa. Aprendi a me perdoar e entender que está tudo bem errar, minhas imperfeições me deixam mais leve e longe da frustração, pois de perto ninguém é "normal" e "perfeito". Não sei onde você está e se um dia terei oportunidade de dizer o quão especial tu és pra mim de novo, porém, só quero que saiba que eu amo você. 

Com amor, Andresa.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Primeiro teaser de To All The Boys I've Loved Before | Manteiga de cinema

Foto: Netflix.

Depois de anunciar a data o filme que será distribuído pela Netflix. Finalmente temos o primeiro teaser do best seller do New York Time To All The Boys I've Loved Before traduzido no Brasil como Para todos os garotos que já amei e publicado pela Editora Intrínseca.

Pelo trailer já podemos ver que o filme será um compilado dos três primeiros livros por causa de algumas cenas como a do ofurô que só acontece o segundo livro da série. Eu, particularmente achei melhor assim do que se fossem três filmes. Como a autora Jenny Han teve bastante participação ativa na produção do filme isso me deixou mais segura que vão sempre respeitar a obra antes de qualquer coisa.

Ansiosa pela trilha sonora do filme muito, pelo trailer oficial, as composições feitas no filme, enfim para finalmente poder conferir tudo!

Achei um vídeo muito legal do Leandro Alves que comentando a respeito sobre o elenco, caso  ainda não conheçam, confiram:


Vai ter resenha dos livros por aqui? Não só vai como estou bolando umas coisinhas bem legais para semana de lançamento do filme. Caso queiram sugerir alguma coisa nas redes sociais é só comentar suas sugestões. Acompanhem as redes sociais do blog principalmente o instagram para ficarem por dentro de tudo!

terça-feira, 19 de junho de 2018

Outros jeitos de usar a boca | Estante


Nome: Outros jeitos de usar a boca.
Autora: Rupi Kaur.
Editora: Planeta.
Páginas: 208 páginas.
Classificação: 

Sinopse: Rupi escreve mais que poemas sobre amor, abuso, família e relacionamentos. A poesia dela transcende um patamar que talvez não seja compreendido por todos, afinal poesia contemporânea tem diversas ressignificações em suas vertentes. As suas palavras são duras e simples escritas em poucas linhas, mas que carregam mais carga emocional maior que um livro inteiro.


A narrativa de Rupi logo ficou famosa, após um vídeo da youtube Jout Jout, mas ela já era famosa no tumblr anos atrás antes de ser publicada. Ela é conhecida como Instapoet pelas suas poesias no instagram tem dois livros publicados no Brasil. Sua poesia encantou jovens e adultos o que fez com seu livro ganhasse edição especial capa dura e vende-se mais de 100 mil exemplares. Segundo uma entrevista da autora numa feira de Barcelona publicada no ElPaís, ela mencionou que seus poemas traduzem o que é universal justamente com suas ilustrações. No começo, acreditava que eram questões de garotas como ela asiáticas ou que emigraram, mas viajando por feiras literárias percebeu que as questões eram universais.

Seu livro é divido em a dor, o amor, a ruptura e a cura. Desde o início da narrativa sua poesia nos mostra o quão intensa, profunda e real é. Não é simples explicada, mas é fácil compreendê-la. Sua questões sobre feminismo, abuso e dor podem vir a ser gatilho. Então, peço que os leitores mais sensíveis a tais questões tenham cuidado ao lerem.


Minhas impressões: 
Escrever sobre Rupi é difícil, às vezes acho que palavras não suficientes para descrever o talento para denúncia do mundo desta mulher. E o quão isso é passado através dos seus poemas. 

Poesia feminista contemporânea, têm sido um marco para está geração tanto como denúncia, mas como aprendizado. Não é segredo que o feminismo têm se feito presente na vida de milhares de jovens na atualidade através da internet, mas apesar de saber que meus esforços para estudar, compreender o movimento e ajudar em casos que estejam ao meu alcance. Ainda é preciso que livros como este estejam em alta para que outras jovens não tão privilégiadas como nós tenham acesso a este conteúdo por terceiros, como presente ou até em bibliotecas públicas para que saiam de sua zona de conforto e lutem por todas nós.

Quando comecei essa resenha não saberia se que conseguiria me expressar bem sobre está obra, mas a autora fez e faz isto muito bem não só por mim, mas como por todas nós.
  

Citações favoritas:

Toda vez que você 
diz para sua filha
 que grita com ela por amor
 você a ensina a confundir 
raiva com carinho 
o que parece uma boa ideia 
até que ela cresce 
confiando em homem violentos
 porque eles são tão parecidos 
com você. 

a ideia de que somos 
tão capazes de amar
mas escolhemos
ser tóxicos

você tem dores
morando em lugares
em que dores não deveriam morar

não se dê ao trabalho de agarrar
 aquilo que não te quer
- você não pode obrigar ninguém a ficar

não procure cura
aos pés daqueles
que te machucaram

perder você
foi o que levou
a mim mesma

o copro das outras mulheres
 não é nosso campo de batalha

como você ama a si mesma é 
como ensina todo mundo
a te amar

sábado, 16 de junho de 2018

Links mais legais desta semana #03 | Blogosfera


O insuportável do corpo feminino,  Diana Corso - Comecei a assistir Café filosófico por causa do Enem e hoje assisto como qualquer outro canal no youtube mesmo, pois sou apaixonada pelas pautas, pessoas convidadas e por sempre trazerem uma visão diferente ou parecida da minha. O que me retira da minha zona de conforto e me faz estar em constante questionamento sobre tudo. O programa passa na TV Cultura e este pertence a série: “A sexualidade como ela é” de curadoria de Fabricio Carpinejar (Escritor).

Não sei se vocês conhecem o Medium (uma plataforma e também aplicativo para consumir conteúdo em sua maioria textos) é comum encontrar tanto escritores nacionais como gringos, professores, sociólogos e etc. Dentro esta plataforma existe o Mulheres que escrevem que nada mais é uma do que uma conversa entre escritoras. Escolhi alguns textos para deixar para vocês:

Uma lista de tarefas para o amor-próprio. E caso você caiu aqui de paraquedas e não curte tanto leitura quanto eu. Senta e assiste esse vídeo do Gui Pintto, mas calma não desiste da literatura você ainda não encontrou o livro certo.  

Por que é importante ler mulheres? Como diz a própria discrição uma reflexão sobre um livro chamado Deslocamentos femininos de Maria Rita Kehl.

E este vídeo da Ellora Haonne sobre crescer e o gentileza. Seja mais gentil com você. Queria dizer várias coisas  respeito, mas o vídeo vale mais do que tudo que possa escrever agora. O clipe do Bruno Gadiol que trouxe pra arte o que é se sentir mais confortável com ser quem você é. Escutem e assistam Seu costume. E vejam esse este vídeo também junto como Gui também.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Greenhouse Academy: Uma escola diferente | Viciada em séries

Imagem: Twitter

Greenhouse academy foi uma das últimas séries que maratonei depois do vestibular, pois não sabia como começar uma rotina sem estudar e estava meio confusa não queria assistir documentários, nem filmes muito críticos e pesados Optei pela série por parecer mais leve e cada episódio só tinha aproximadamente vinte minutos então tinha uma desculpa para vegetar o dia inteiro na minha cama.

A série foi lançada pela Netflix dia 8 de setembro de 2017.



Greenhouse é uma escola incomum com suas atividades afim de estimular a competitividade dos seus alunos, os ensinar a trabalhar em grupo e para formar futuros líderes. Divididos em dois grupos os Eagles (esportistas) e o Reavens (intelectuais) os gêmeos Alex e Hayley vão participar cada qual de um grupo e em meio as brigas, discussões, tarefas e esportes. Sua mãe foi uma das alunas mais brilhantes desse colégio e logo após a sua morte Alex ficou focado em conseguir entrar nesta escola o que acabou levando sua irmã a estudar lá junto com ele.
Devido aos episódios serem bem curtos e ter em média vinte minutos que acaba deixando algumas lacunas na série prejudicando seu desenvolvimento em alguns pontos, mas os episódios curtos acabam chamando atenção de novos espectadores que não são acostumados a assistirem séries com frequência ou geralmente optam pelos menores.

O enredo é bem clichê e talvez não agrade a todos por isto. O roteiro apesar de extremamente adolescente não é tão ruim como o da maioria das séries de mesmo gênero. Existem duas temporadas disponíveis na Netflix e após o final da segunda temporada o serviço de streaming ainda não divulgou se a série será renovada para uma terceira temporada. 

Deixando todos os fãs ouriçados, pois o desfecho da segunda temporada deixou várias possibilidades em aberto. Confira a playlist da 1ª temporada:
    

terça-feira, 5 de junho de 2018

Tá tudo bem, não estar bem | Escritos

Gif: Tenor.


Às vezes a gente se cobra demais e nos condena demais por não seremos as pessoas que esperávamos que fossemos, já perceberam? É bem louco pensar nisso tanto que quando a gente para e vê o quão isso é real e nocivo pra nós mesmos. O pior é que só percebemos no meio do caminho quando já tem meio mundo bagunçado. Sempre esquecemos o contexto e nossas batalhas pessoais e só julgamos a linha de chegada e esquecemos do caminho percorrido. A gente fala tanta sobre empatia, gentileza e esquece de que você tem que ser tudo isso consigo mesmo também, não só com os outros.

Todos nós travamos batalhas pessoais importantes todos os dias e não temos que esquecer de nós dar mérito ao ter passado por uma barreira ou ter percorrido um caminho turbulento. A jornada do outro não é mais importante que a sua, não existe dor mais e menos dolorosa e muito menos competição de sofrimento. 

Tem uma frase de Extraordinário, um dos meu livros favoritos que eu gosto muito que diz: Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil. 

Escolha também ser gentil com você mesmo. Respeite suas escolhas, sua jornada e não diminua as suas dores pensando nas do outro. Isso não existe. Cada qual vive suas próprias escolhas e enfrenta o que lhe foi destinado. A vida nos move e nos leva para caminhos diferentes do esperado e isso faz parte de crescer. 

Crescer é bizarro. Afinal, um dia você acorda tem vários boletos para pagar, aluguel, luz, gás, água e internet. Tem todas as cobranças pessoais, externas, familiares e psicológicas. E temos que lidar com todos esse imprevistos e ter mais consciência de que estamos todos vulneráveis a isto. E tá tudo bem não estar bem o tempo inteiro.

terça-feira, 29 de maio de 2018

A Luz que perdemos | Estante

Foto: Arqueiro.
Nome: A luz que perdemos.
Autora: Jill Santopolo.
Editora: Arqueiro.
Páginas: 336 páginas.
Classificação:

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Sinopse: O onze de setembro desencadeou várias coisas e uma delas foi um grande propósito na vida de Gabe e Luce. Ambos não esperavam por esse encontro, nem que um ataque terrorista desencadeasse algo tão incrível dentro deles como esse proposito tão grande pela vida e de correr atrás dos seus sonhos. Eles sentem que tem muito a fazer pelo mundo, mas de formas diferentes e a intensidade com que levam essas relações e todos os percalços no caminho é de emocionar e aquecer o coração. Histórias de amor não precisam ser imensas para serem bonitas. 13 anos é muito tempo, mas todas a ramificações dessa história vão permear a vida desses personagens para sempre.

Luce e Gabe se conhecem na faculdade devido ao atentado do onze de setembro, mas esse é só um dos vários encontros que eles vão ter ao longo da vida. Num relacionamento é comum ter a discussão sobre quem vai ceder mais para que tudo funcione melhor para ambos. Só que abdicar dos seus sonhos para viver em função de uma outra pessoa é pedir muito, mas e se eles fizerem isso? Toda a história é sobre como no mundo temos inúmeras possibilidades e ás vezes ao escolhemos uma fechamos uma porta de outras possibilidades.

A Luce que narra a história sofre muito com o papel da mulher na sociedade e do que as pessoas esperam que ela se trone. Abrindo diversas discussões sobre ser mulher, qual a melhor saída ou caminho?  E por que não posso viver a vida dos meus sonhos? Só porque não esperam isso de mim?
e todo final de capítulo ela narra como isso tudo está no presente e você só encontra o presente no final do livro.

Minhas impressões: 
Meu maior medo ao ler a história era que o onze de setembro fosse romantizado, mas ao contrário do que esperava esse acontecimento se tornou um propósito na vida dos personagens principais. Nem sei por onde começar a falar desta história. Quando comecei o livro esperava que fosse daqueles que você põe na cabeceira e lê no fim do dia, mas não se envolve diretamente com a história. Estava enganada, me vi absorvida pela história e cheia de incertezas sobre o que acredito ser amor, paixão, família e sobre o futuro. 

A vida é baseada em escolhas, talvez Luce e Gabe não tenham feito as melhores, mas não abdicaram de seus sonhos para viver os do outro e ambos terão minha profunda admiração por isso. Histórias de amor são contadas o tempo todo, mas de maneiras diferentes e obedecendo uma fórmula. Esta teve suas divergências, pontos positivos e negativos. Resinificou o 11 de setembro sem romantizar o que aconteceu. O descreveu de maneira dura e dolorosa que deixa o leitor com o pesar no peito pelo está lendo, me vi perdidas em lágrimas ao longo das páginas. Fui feliz, triste (com algumas cenas) mas no final adorei o romance. Me arrebatou por completo e virou um dos meus favoritos desse ano.

Em suma, essa história é uma grande metáfora sobre escolhas, sonhos, futuro e amor. E que provavelmente vai arrebatar muitos leitores.

Citações favoritas:
Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio as ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz.

Às vezes os objetos parecem ser testemunhas da história.

Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver.

Há momentos que alteram a vida das pessoas.

Toda vez que encontro você o mundo está em pedaços.

Nunca vou agir como se os seus sonhos fossem descartáveis.

A conclusão lógica de viver cada dia como se fosse o último -prosseguiu ela- é que não da para fazer planos para o futuro. Esse é o problema.

Porque só revelamos nossa verdadeira natureza para as pessoas que mais amamos,

Como se meu coração fosse frágil como vidro e alguém o jogasse no chão, quebrando-o em um milhão de pedaços para esfregar o sapato nos cacos.

Lembre-se existe uma diferença entre amor e paixão.

sábado, 26 de maio de 2018

Novidades em adaptações literárias | Manteiga de cinema



No último mês, aconteceram várias novidades no mundo das adaptações literárias. Uma delas foi que a Paula Pimenta revelou qual dos seus livros vai ser o primeiro a ser adaptado para o cinema que é o Cinderela Pop publicado pela galera record onde a autora assina uma série sobre princesas. Quem vai protagonizar o longa é a Maísa Silva que também é uma das protagonista de Tudo por um popstar da Thalita Rebouças que estará nos cinemas em julho deste ano.

 

Finalmente temos uma notícia para Quem é você Alasca? os direitos do livro foram adquirido pelo hulu serviço de streaming responsável por The handmaid's tale quem liberou essa informação foi o portal Deadline e o responsável pelo piloto é o  Josh Schwartz (Gossip Girl) que também contará como o Jhon Green como produtor executivo a série vai contar com oito episódios. O livro foi originalmente publicado em 2005 e teve seus direitos comprados pela Paramount, mas com a fraca bilheteria de Cidades de papel o projeto do filme foi engavetado.



A adaptação de O ódio que você semeia finalmente também ganhou data de estréia 19 de Outubro de 2018 e estou muito feliz, pois que hino de livro. Em breve sai a resenha dele escrita e em vídeo e está rolando leitura conjunta do clube do livro @enigmadolivro que estou relendo para resenhar e discutir junto com eles se quiserem participar sigam eles para maiores informações. No elenco Amandla Stenberg que interpretará a Star e também conta Lamar Jhonson que interpretará Senven irmão do meio da Star, Sofia Carson que será Hailey uma das amigas da garota.


Cade você Bernadette? também finalmente teve uma data de estréia 19 de outubro de 2018. O longa conta como Troian Bellissario conhecida pelo papel de Spencer em Pretty Little Liars e Cate Blanchett conhecida pela sua personagem na rainha dos elfos na trilogia do Senhor dos anéis a atriz conta dois oscars e três globos de ouro.

Esses dias descobri uma conta nova no twitter que se chama @SemSpoiler_ como esses post no blog são esporádicos recomendo que sigam essa conta para se manter sempre atualizados a respeito do mundo literário e todas as suas adaptações.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Mas você mudou tanto né? | Escritos

Gif: Tumblr

Nossa, mas você mudou tanto né?

Ainda bem que eu mudei. Tenho ouvido essa frase com mais frequência do que gostaria e pela primeira vez isso não tem me deixado triste. Nunca fui fã de mudanças adoro minha zona de conforto e se pudesse vivia apenas nela. Porém nos últimos anos muita bagunça aconteceu na minha vida, se alguém falasse para a Andresa de quinze anos que escrevia sobre amor nos cadernos da escola a mulher que ela estava prestes a se tornar não teria tanto impacto como tem agora. 

Sei que você odeia spoiler das suas séries, mas da sua vida ia estragar tudo! Senta e vai com calma. Meio mundo vai te fazer duvidar das coisas que acreditava serem tão certas e isso só vai te deixar mais forte mudanças vem pro bem não pro estrago.

Talvez você esteja fada a acreditar que precisa de coisas que nunca precisou, mas a linha entre o ter e o ser, é tênue. Dizer não para as coisas que acredita serem erradas, se libertar dos velhos pensamentos, paradigmas e até de amizades vai te deixar melhor. Você não é uma super heroína e eles estão tão melhores sem você quando tu estás sem eles, ou não, nunca vai saber de fato, pois isso não faz mais parte de quem está prestes a se tornar. 

Deixar isso tudo no caminho é doloroso, ninguém disse que seria fácil né? Algumas perguntas importantes são respondidas o tempo todo, mas observe os pequenos detalhes se conheça mais, respeite seus limites e lembre-se que você não é seus erros. Eles só fazem parte de quem você foi um dia.

Onde não existir reciprocidade não se demore | Lançamentos


No último dia 05 deste mês, compareci a um lançamento junto a Jubs que sempre tira as minhas fotos nos eventos. Para prestigiar o escritor pernambucano Iandê Albuquerque com seu primeiro livro publicado pela Editora Planeta na Livraria Cultura que fica no Paço Alfandêga em Recife. Sempre tem lançamentos por aqui na cidade apesar de a frequência ter diminuído um pouco no último ano por custos e falta de divulgação.

Sempre surge muitas perguntas nas redes sociais de como vou para esses lançamentos e se precisa de convite especial. Gente, não precisa de nada disso. A editora promove em parceira com a livraria para que o autor possa conhecer seus leitores, tirar fotos, trocar uma ideia e se divertir autografando. Geralmente eles possuem senhas 200,300,500 o número varia de acordo com a livraria e tempo estipulado para o lançamento que geralmente ocorre até o fechamento da loja.

Onde observar esses eventos? No facebook das editoras tem uma aba lançamentos, mas também é válido seguir pedir as livrarias eles só trazem quando sabem que tem um público que curte aquele livro, pois além de ser caro todos nós sabemos que incentivo a leitura no Brasil é mínimo e livro também está bastante caro e poucas pessoas possuem grana de fato para investir.


Para saber dos eventos acompanhe as redes da livraria da sua cidade. e só coloca no filtro de cidades e verificar se tem o nome da sua:

A resenha do livro do Iandê sai em breve no canal e por aqui também! 

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