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quarta-feira, 30 de março de 2016

#LeiaUmNacional: Ana Souza.

Ei lindos, sentiram faltas das entrevistas? Então essa autora é nova parceira do blog, me enviou seu livro para ser resenhado e em breve vou falar dele pra vocês, espero que gostem de conhecer um pouco a Ana, vou deixar o site dela no final do post para caso queiram saber mais dela.



PROJETO LEIA UM NACIONAL – ENTREVISTANDO ESCRITORES NACIONAIS.

1º Por que decidiu se tornar escritor? 
Bom, eu acho que a gente não decide se tornar escritor. É algo que vem naturalmente para quem gosta de ficar criando histórias mirabolantes e falando de vidas em papel. Penso também que todo mundo escreve em algum momento da vida, o que diferencia é quando você decide ter um pouco mais de disciplina para manter investir nessas histórias mirabolantes. 

2º Qual sua maior inspiração para escrever?
Eu diria que a minha maior inspiração é a fantasia em si. Nas coisas que não conseguimos explicar no mundo, incluindo o comportamento humano e as suas complexidades.

3º Já teve uma fase de bloqueio criativo? Se sim como foi que consegui sair dela?
Bloqueio criativo é algo positivo, esperado e normal. Faz parte do processo criacional termos alguns momentos em que não sai nada, então sim, já tive e vários, rss. Mas eu interpreto esse bloqueio como um momento ideal para olhar o que já produzi, o que escrevi, como escrevi e até revisitar algumas linhas de raciocínio anteriores. Desta forma acabo encontrando um novo caminho para seguir, uma nova perspectiva e até mesmo uma mudança drástica no caminho que eu tava seguinto.

4º Você acredita que as pessoas estão se tornando leitores mais cedo hoje devido ao mercado literário estar bem variado? 
Não diria que mais cedo e sim mais vorazes. Com uma maior variedade de tipos, estilos, gêneros e afins fica mais fácil se apaixonar por leitura, porque se torna mais fácil encontrar o seu lugar dentro dela. Particularmente eu fico muito contente com isso, pois leitura é cultura. O problema é ficar apenas num tipo, num estilo e num gênero, é preciso ir além da porta de entrada e esse é o desafio.

5º Qual seu escritor favorito e por quê?
Particularmente eu não tenho um escritor favorito. Tenho escritores diversos, que escrevem sobre diversos temas e que me atraem por motivos diferentes. Por exemplo, adoro o jeito que a Meg Cabot encadeia os acontecimentos das suas narrativas; o bom humor da Diana Peterfreund na hora de colocar seus personagens em situações embaraçosas; a criatividade da Marissa Meyer, em misturar diversas referências; a forma carnal e dolorida que a Suzanne Collins entra na mente da sua protagonista...enfim...

6º Gosta de produzir ouvindo música? Se sim quais?
Sim, adoro, na verdade tenho uma trilha sonora para cada história que estou escrevendo. Acho a música uma das melhores inspirações para dar ritmo à escrita, dá ideia de situações e até de diálogos. As músicas que eu vou ouvir dependem muito da história que eu estou escrevendo. Por exemplo, A Irmandade das Olívias tem referências diretas à músicas do Weezer, Semisonic, Taylor Swift, Renee Olstead, Zedd e por aí vai.

7º Hoje em dia os jovens vem cada vez mais devorando livros e mais livros, No futuro acredita que boa parte da nossa sociedade vai adotar o hábito da leitura com mais facilidade?
Hum, essa é uma perguntinha complicada. Porque só o movimento de leitura é significativo demais! E sim, percebo que existe um aparente interesse maior na literatura pelos jovens, mas ainda acho que precisa-se acrescentar ao hábito da leitura, o da descoberta. O de ir além e conhecer novos autores, novas histórias e mergulhar em novos personagens; não se atendo apenas ao que "todo mundo tá lendo". 


8º Qual sua relação com seus leitores?
Eu tendo ser o mais próxima deles o possível, principalmente porque acho que o autor dá o primeiro sentido à história, mas os leitores dão o verdadeiro sentido à ela. Eles que a reinterpretam, dão ótimas sugestões, levantam maravilhosas questões e querem se sentir parte integrante do mundo que a gente cria.

9º Sei como é maravilhoso para um escritor ter seu trabalho reconhecido, Como foi saber que livro seria publicado?
É uma sensação misturada. Pelo menos para mim foi. De responsabilidade, porque aquelas palavras seriam lançadas no mundo e qualquer pessoa poderia ler; de realização, porque nenhuma história é pensada e construída de um dia para o outro. Normalmente são meses, de dedicação e labuta criativa; e finalmente de orgulho, por ter o reconhecimento da minha história como sendo merecedora de publicação.

10º Faça ma lista dos seus 5 livros nacionais preferidos.
Não necessariamente nessa ordem ;)

Diva - José de Alencar
Contos de Meigan - Roberta Spindler
Crescer é perigoso - Márcia Kupstas
Coração de Neve - Raphael Draccon
Dom Casmurro - Machado de Assis


Site do livro dela para mais informações, clique aqui.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Estante: Para todos amores errados.


Te quero sorrindo. E quero, também, dizer que um dia (quado você saiu por ali) fiquei perdida. E, com o passar do tempo, me perdi de você.

Nome: Para todos os amores errados.

Autora: Clarissa Corrêa.
Editora: Gutenberg.
Páginas: 175 páginas.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino

Para todos os amores errados é um livro contos e crônicas de uma autora que com sua forma peculiar de descrever sentimentos encanta com maestria diversos leitores. Bom, eu já conhecia a Clarissa do tumblr, os textos, frases e crônicas dela são bastantes famosos por lá.

Joga as experiências no lixo e guarda o manual no bolso. Fecha os olhos e apenas sente.
Aluna de Fabrício Carpinejar um famosos poeta da literatura brasileira, textos empáticos maravilhosos e inspiradores. Com suas palavras ela despe o leitor e o faz se identificar com seus amores errados e adorar e viciar na sua escrita. Rumores que Pedro Bial teria se inspirado em um de seus textos para escrever um para o Big Brother Brasil, um dos assuntos mais comentados do twitter na época.


Ele escreveu o prefácio desse livro, com belas palavras e evidenciando sua admiração e carinho por Clarissa. Bom, você melhor que ninguém sabem o quanto amo romances, textos e crônicas que tratam deste tema. Eu poderia jurar que autora me conheceu ou vivenciou coisas parecidas as quais vivenciei durante a minha vida, é incrível a forma como ela me descreve, prezo por empatia nos livros, mas prezo ainda mais as descrições autênticas e verdadeiramente amáveis.



Alguns dos meus textos favoritos: It's over, Fica comigo, Mensagem pra você, Desculpe se estou sendo dramática e Quero que me ame do jeito que for.



One more time: atitudes valem mais do que duas mil palavras. E alguns olhares valem mais do que quinhentas mil declarações de amor.

Se procuram por textos inspiradores, palavras de conforto e alguém que os compreenda leiam este livro. Já leram Para todos os amores errados? me contem no comentários.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Escritos: Pequena Grande Ponte.

   

    Faltava um pouco menos de duais horas para a meia noite e o festival parecia apenas começar. Liam olhou o relógio. Pessoas correndo, se divertido, bebendo e comendo, dançando, é o lugar perfeito para aqueles que querem sair de sua rotinha e sentir que vive de verdade. Mas mesmo aqueles que se permitiam não podiam gozar disso sempre. Não se pode fazer um festival todos os dias. Liam não sabia exatamente de quanto em quanto tempo o festival aparecia, só sabia que todas as vezes que esteve lá era dia de festival. Aquele lugar antigo ganhava cor e brilho.

    Liam já havia se divertira muito com seus amigos e mesmo assim não parecia o suficiente, mesmo com seu desejo de varar a noite com a pessoa que mais gosta de estar ao lado, tinha de partir. Sua aldeia era á mais longe de todas, era preciso atravessar três montanhas e a encosta de um morro íngreme. Ele tinha juízo. O próximo trote de pegasus sairia em alguns minutos, ele tinha de se apresar. Então, despediu-se do pessoal — Taylor, Been, Cami e Tomy — e o Adam, que sempre faz o trajeto com ele até o transporte, disse que ficaria por mais uma hora, mas o levaria ao PECA (Ponto de Encontro das Carruagens Aladas) e, como de costume, esperaria as carruagem azuis - Sopro Sentido Sul. Estava tudo bem para o Liam o Adam querer ficar com os amigos por um pouco mais de tempo, afinal, era ele quem morava longe e tinha que sair mais cedo. Os dois deram as mãos, soltaram duas pequenas chamas luminosas cada para o céu com um aceno a cima da cabeça — em agradecimento ao festival — e seguiram rua fora.

    Andaram por quinze minutos e a essa altura a claridão e a barulheira já estavam distantes. As ruas estavam iluminadas por linhas de luz prata já enfraquecidas por baixo do asfalto, como se por cima das linhas e dos paralelepípedos tivessem pisando em um chão vidro.  Liam adorava reparar como a luminosidade refletia tão bem nos cabelos levemente dourado de Adam. Era como reparar o seu modo especial de tratar cada planta do jardim submerso, como ele fica gracioso com o traje preto e branco de duelo mas não ficava ameaçador, era como saber o quanto ele gosta das pequenas criaturinhas que vivem nas minúsculas casinhas nas raízes das arvores das ninfas mesmo ele dizendo que não da a mínima — os olhos dele brilham.  Liam se sentia privilegiado em reparar os pequenos detalhes que os cercavam.

    Agora só faltavam atravessar uma pequena ponte a sua frente, de aproximadamente vinte metros, e andar por mais dez minutos. Do outro lado já se via pessoas embarcando na condução. Ao lado, um poste de madeira com quatro metros de altura emanava um fogo verde que pairava sem forma e distorce para cima, indicando que a carruagem ainda não partira. Quando chegaram a cabeceira da ponte Adam puxou Liam para mais perto e lhe deu um abraço apertado e afetuoso. Estava se despedindo. Ele iria voltar dali e Liam seguiria seu caminho.

— Você não vem? — Perguntou Liam um pouco surpreso. Eles sempre atravessavam juntos, eles sempre faziam esse caminho, eles sempre esperavam as carruagens azuis da PECA, eles sempre se abraçavam para se despedir do outro lado da ponte e não desse lado. Era o lado errado.

— Ah, não. Hoje te deixarei aqui. Certo?! — Falou ele de modo distraído. Claro que não estava certo. Poderia parecer uma besteira, mas para Liam não era. Estava frio, escuro e a ponte estava deserta. Sentiria- se mais confortável se ele estivesse atravessando comigo.

— Se cuida.  

— Você também. Quando na aldeia lança um Fulgor para mim, para avisar que está tudo certo.

— Pode deixar. — Os dois se abraçaram novamente e cada um seguiu um para um lado.

    Liam seguiu seu caminho com passos largos e pesados. Tentou pensar na tamanha besteira que era aquilo, em como já haviam feito aquele trajeto outras vezes e que uma vez só não faria mal, pensou também que talvez estivesse sendo egoísta e por isso tentou afastar qualquer pensamento. Foi inútil. Junto com os primeiros pensamentos veio às recordações que em nenhum dos festivais de sua vida voltara por esse caminho só, seja como acompanhante ou como acompanhado, seja como Adam ou sem ele. Também se lembrou de todas as vezes que tentava esperar as carruagens vermelhas Sopro Sentido Oeste e o Adam não deixava, sempre o protegendo e cuidando. A travessia da ponte durava em cerca de cinco minutos, mas a sensação de Liam era que já havia se passado quarenta. Parou de andar e tentou se situar. Olhou ao redor e ainda estava na metade da ponte. Olhou para trás, ninguém lhe esperava. Isso foi o suficiente para seu coração ficar apertado e prosseguir.


    Andou em silencio por alguns minutos. Não queria se deixar pensar. De uma coisa ele tinha certeza: Tinha raiva de um pensamento tão egoísta e tinha raiva de também ter razão, pois eram os seus sentimentos. Ele não se sentia bem, sozinho, naquela ponte e o Adam significa muito para ele. Os dois entendem isso. Andou mais um pouco e chegou à outra ponta da ponte. Ele se virou, mesmo querendo sair logo daquele lugar, e percebeu o quão longo foi atravessar aquilo só. Das outras vezes nem sentia quando chegava do outro lado. Dessa vez foi uma tortura.

    Liam estava encostado no poste de madeira que agora emitia um fogo vermelho vivo com a rapidez de um cilindro de oxigênio aberto a toda velocidade, sem emitir som algum. Era o sinal que daquele poste a condução já partira. Na espera do próximo perdeu-se em seus pensamentos e lembrou como o seu dia tinha sido bom e divertido. Comeu, bebeu e brincou muito. Até conjurara raízes forte o suficiente para derrubar a Cami no chão. Isso rendeu várias risadas. Ele começou a refletir se valeria a pena mesmo se apegar aquela maldita travessia e no que Adam fez sem ao menos perceber. Se isso mudaria alguma coisa entre eles era melhor esquecer. Era ele esquecer e tudo ficaria bem.

    Três horas depois ele chegou à aldeia, lógico, porque perdeu a primeira condução. Em seu quarto pegou um pedaço de pergaminho e segurou com a mão esquerda, com a direita pegou um punhado de um pó incolor e espalho-o no ar. O pó brilhava com o reflexo da iluminação do quarto de Liam. O elemento jogado ficou pairando em sua frente como se fosse mais leve que o ar. Ele sussurrou Adam Waters. Em seguida ouviu-se de volta a voz do Adam.

— Estou aqui! — Neste momento o ar onde estava o pó começou a pegar fogo, um fogo prata que emitia frio ao invés de calor. Liam jogou o pergaminho no meio do fogo e este pairou e ficou coberto pelas chamas.

— Você chegou bem em casa? — Falou Liam e as palavras apareceram no pergaminho. Em seguida o pergaminho saiu em disparada pela janela deixando o fogo para trás e ao mesmo tempo voltando. Ele veio e voltou tão rápido que o fogo não ficou sozinho por mais de dois segundos.

Dentro do pergaminho lia-se:

— Acabei de chegar. E sim, estou bem.

— Mas porque tão tarde já que mora mais perto? Saiu agora a pouco do festival? — As palavras ditadas por Liam tomaram o lugar das Adam. O pergaminho sumiu e reapareceu com a mesma rapidez.

— Não, não. Saímos mais cedo. Peguei as carruagens pretas Sopro Sentido Noroeste para levar o Been em casa, ele me pareceu um pouco estranho.

Isso pegou Liam de surpresa. Eram duas aldeias de distância do festival, não muito longe, mais para depois ele retornar a casa dele àquela hora da noite, é perigoso. Ele entristeceu quando se deu conta de que Adam atravessou duas aldeias pelo nosso amigo mais largado, que nunca ouvia ninguém e não atravessou a ponte com ele que, além de seu amigo, já tinham juramentado seu amor um pelo outro nos anéis de fada das velhas arvores do Bosque dos Sete Ciclos. Mais uma vez a maldita ponte lhe trazia pensamentos ruins. Ele se sentia mal novamente.  Liam calou-se. O pergaminho foi sem nenhuma palavra do Liam e voltou sozinho. Estava escrito:

— Você, mas do que ninguém, é a prova viva que às vezes os amigos não percebem o quanto precisam de nossa ajuda mais às vezes não se dão conta — ele se referiu ao meu modo de dar valor às amizades. — Vamos nos ver amanhã?

— Tudo bem. E claro, nos veremos sim. — Falou para o fogo e logo o pergaminho estava de volta.

— Então durma bem, meu bem. Muitas cores em fogo nos seus sonhos. — Lia-se no pergaminho.

— No seu também, Adam. Fire! — Dessa vez o pergaminho foi e não voltou mais, o fogo se apagou com um estalido.


    Nada disse faria tanto sentido se ele não gostasse tanto do Adam. Tudo isso não teria a menor importância. Entre estar certo e o egoísmo, os dois venciam e pareciam ser como a luz e as trevas, um não vive sem o outro. Talvez pareça mais fácil para nós, que estamos de fora, observar e apontar. Mas sentimento é uma coisa única e peculiar demais de cada pessoa. Não é para ser decifrada sempre. Se não fosse tamanha a inocência, ou quem sabe displicência com que Adam faz as coisas isso nunca sairia de seu coração. Mas tão leve quanto às fadas que lhe visitavam todas as manhãs para abençoar seus dias, suas aflições passaram. Ele percebeu que o mais importante era o crescimento num todo e não apenas naquela hora. Em um futuro talvez não muito distante eles dois estivessem mais preparados para lidar com esses tipos de problemas ou situações. Liam teve o tato de saber que não era o momento certo para por para fora e decidiu excluir isso de seu coração.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Dica: Site para fazer cartão de visita online e super fácil!

Vocês tem site ou trabalham em algum veículo de medias sociais que precisam de cartões de visita, mas você não entende nada de photoshop ou de editores de foto? Seus problemas acabaram, esse site veio pra salvar a vida dos blogueiros e várias grandes empresas já fizerem os seus cartões nele.


Com seu editor arrasta e solta, o site é inovador e ajuda seus clientes na hora fazer o seu cartão de visita. Você pode criar um modelo do 0 ou até mesmo usar um dos modelos disponíveis no site.


Os modelos são divididos em categorias para facilitar a sua escolha e necessidade. Mas se preferir, você enviar um modelo para o site e apenas modifica-ló ou criar um do 0.


Os preços são bem razoáveis, considerando que a maioria do site cobra bem mais. O pagamento pode ser á vista ou em 6x sem juros no cartão de crédito.

Para conhecer melhor e criar o seu cartão, acesse o site clicando aqui.

Escritos: Você já não é problema meu, nem eu o seu.



É uma sala tão fria, estou sozinha e ainda insisto na minha terrível mania de pensar e nós, como se ainda existisse um nós. Esse conceito já se foi, agora já nem somos mais tão singular, como diz minha música favorita da Anavitoria. Nem o último romance um do outro, como diria aquela letra do Los hermanos. 

Nem posso te pedir pra acreditar naquela frase que canta a Mallu: Mas se a gente vai juntinho, vai bem. Engraçado né todas essas músicas me lembra nós e tudo que não fomos, mas queríamos ser. Mas se não fosse os danos, não seríamos nós, não haveria história pra contar, textos para escrever e nem a minha sútil tentativa de voltar no tempo e querer que tudo aquilo voltasse.

Porém você já não é problema meu, nem eu o seu. Não escolhi você, nem você me escolheu, escolhemos ser felizes, mas separados e cada um tomando suas próprias diretrizes, seguindo caminhos diferentes, conhecendo novos lugares, pessoas e nos afastando mais a cada segundo, cada dia e cada noite.

"Então quando houver saudade e quiser voltar.... Eu estarei aqui"

domingo, 20 de março de 2016

Estante: Confissões online 2: Entre o real e o virtual.



Ei, pessoal! Como estão? Desculpem o sumiço esses dias, só tenho aparecido no twitter mesmo, estou planejando muita coisa pro blog e pro canal e espero que dê tudo certo, torçam por mim e espero que gostem da resenha de hoje! Vou me organizar melhor com os estudos e escrever mais posts e tentar liberar dia sim, dia não.

Nome: Confissões online 2: entre e o real e o virtual.
Autora: Iris Figueiredo.
Editora: Generale.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino 


Sinopse: Depois de dois meses no Canadá a Mari está finalmente voltando para casa. Ela voltou, mas dessa vez quem anda distante é o Arthur, graças a alguém que acabou de voltar ao país e ele ainda não sabe como reagir. Para piorar a indecisão de não saber o que cursar na faculdade à atormenta novamente. O Canal bombou de vez e esta com cada vez mais inscritos. Apesar de ainda estar meio perdida na vida com a ajuda de uma amiga vai dar um novo rumo as coisas da sua vida.


Você é presente. Então cuide isso enquanto pode. E se um dia você virar passado, é por que não tinha que ser. Cada coisa tem seu tempo.


O livro começa com a volta da personagem pra casa e tem vários flashbacks da viagem dela ao Canadá. Tem alguns personagens novos, um deles é a Pilar uma menina que a Mariana conheceu no intercâmbio e que logo se tornaram amigas. Adorei a personagem, dei muitas risadas com suas narrações, sem duvida ela foi um personagem essencial no amadurecimento com da personagem principal, sem contar na Nina sua melhor amiga. 



E por falar nela a doença se agrava um pouco nesse livro, mas vão ocorrer grades mudanças na vida e serão para melhor e a garota vai dar a volta por cima nisso tudo. A relação dela e do Arthur vão sofrer alguns altos e baixos, o livro é bem sofrido nesse quesito. Eles vão passar por umas coisas bem complicadas, mas no final...bem vocês só vão saber lendo, odeio dar spoiler. 

Costumamos complicar demais o que é para ser fácil, mas, no fim das contas, cada pessoa tem seu jeito de ver a vida. Não há certo e errado desde que você não prejudique ninguém no caminho.

Realmente posso dizer que devorei o dia na tarde que ele chegou não larguei 
dele nem por um decreto, mas confesso que procrastinei o fim dele porque sabia que ia morrer de saudade da Mari e das suas confissões online. 

Ao acabar o livro jurei que teria continuação, mas fui surpreendida ao conversar com a autor ano twitter e descobri que é a série uma duologia e não vai ter continuação. fique triste, mas logo logo a Iris publica outros livros,c omo novas histórias e novos personagens.

Já leram Confissões Online 2? Me contem nos comentários.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Mil e três desculpas a vocês.



Olá pessoas, tudo tranquilo?! (Rafael Amaral aqui)

Desde dezembro do ano passado eu estou em dividas com o Escritos e Livros e com vocês. Sabe quando você está numa vibe boa de sua vida e de repente tudo em sua volta parece virar de pernas para ar? Pois é, foi exatamente o que aconteceu comigo. Por causa de problemas pessoais as coisas ficaram bem difíceis para continuar postando com a frequência de antes, até que realmente fui forçado a parar e não fiquei nada nada feliz com isso.

Outra coisa que vinha me imprensando são os meus projetos pessoas. Eles ainda estão engatinhando, mas como não saía do lugar para toca-los para frente aproveitei o mal que acabou servindo para o bem. No momento as coisas estão entrando no eixo, o que é muito bom, e pela primeira vez os meus projetos estão pela metade do caminho de se concretizar.

O fato que me leva a escrever esse texto é porque realmente me importo com o Escritos e Livros, com as pessoas que nos acompanham e com Andresa Costa que depositou confiança em mim e a quem sou muito grato por tudo. Através dela estou passando por essa experiência incrível, os dois — Escritos e Livros e a Desa — são muito importantes para mim.

Então, por meio dessa mensagem, peço desculpas a todos. Eu simplesmente sumi (até a comunicação com outras pessoas estava difícil), e dou minha palavra de nerd geek que isso não acontecerá novamente, a não ser que eu seja abduzido por ET’s.

Há! Eu não esqueci minha promessa. Em dezembro do ano passado parei no livro que retratava doze contos de Natal — O PRESENTE DO O MEU GRANDE AMOR — e sairá resenha sim! Mesmo atrasado. Agora estou lendo série Percy Jackson e os Olimpianos e farei a resenha de cada um. Por enquanto vocês podem ler o meu primeiro escrito do ano: Oh, meu bem.


Um forte a braço para todos, um muito obrigado e um até logo. ^.^

Escritos: Oh, meu bem.



Leia escutando: Space Boots - Miley Cyrus

Oh, meu bem. Nós somos mais forte que isso. Mas forte que qualquer outra coisa, lembra?!

Foi por isso que decidimos esperar, não se precipitar e tomar de cautela cada ato. Pegamos o chão bruto, cavamos, construímos a base e hoje estamos no terceiro andar, rumo ao quarto. E por que medo?! Não, ainda não tevês ter um medo concreto, mas com os meus bons dons de prever seus atos te digo: Por favor, não tenha medo.

Oh, meu bem. Seremos infinitos quanto durar. Mas, por favor, se esforce em lembrar que para você nunca serei inalcançável.

Sou apenas uma faísca, mas você sabe que serei capaz de brilhar. E brilharei. Subirei também e ficarei numa posição que para os mortais é inalcançável. Tolos, eles pensam assim e já os torna de fato inalcançável porque, afinal, são eles que se põe a distância de seus objetivos com suas descrenças. Eu pegarei sua mão e te puxarei. Virá comigo?

Oh, meu bem. Olha para o céu, te suplico. Tu olhas e apenas sai de sua boca “com certeza te verei lá em cima, brilhando”, mas assim és tolo. Não vê que nem Vénus, nossa maior estrela, ou a Lua, nosso brilhante satélite, não brilham sozinhos no céu?

Basta enxergar com o coração. Saia do mundo social, ache um lugar escuro, relaxe em um chão sem luxo e verá que tem espaço suficiente para nós dois, e olha, consigo nos ver lá em cima.

Oh, meu bem. Não se assuste com os milhares de pontos luminosos que aparece entre nós. Eles são necessários para se sustentarmos lá no alto, e você sabe disso. E, meu bem, também sabes que a tendência é só aumentar e multiplicar e se ampliar até me torna infinito. Só é segurar firme em minha mão. Lembrar-se disso?

Espero que seguro muito firme, eu estarei a te segurar. Mas, sabe, não tem como o laço do infinito se manter infinito se as duas pontas não tiverem o mesmo desejo: serem infinitos. Não desistirei, não trocarei e nem vou deixar fugir pelos dedos. Lembra, do nosso encache perfeito. Uma vez um autor qualquer, apenas e completamente inspirado pelo amor, disse que quando o encaixe é perfeito é “simples mente amor e mais nada”, e ele estava certo.


Mas, digo isso com um pesar, se tudo que fizermos não for suficiente para o infinito que nos espera saiba, meu bem, que você é e mesmo depois de tudo será meu Space Boots, o mesmo que a Miley Cyrus diz ser dela e eu digo ser meu. 

sexta-feira, 11 de março de 2016

Estante: Ninguém como você.


Nome: Ninguém como você.
Autora: Lauren Strasnick.
Editora: iD
Páginas: 235 páginas.
Classificação: 

Onde encontrar: Amazon| Cultura | Saraiva| Submarino


Dia após dia, eu nunca me canso de olhar o seu rosto.

Sinopse: Holly perdeu a mãe há 6 meses, agora mora sozinha com seu pai e ela acaba de se envolver com um cara, mas o problema é que ele tem namorada. Seu melhor amigo deu pra ficar com varias garotas diferentes. Porém as coisas parecem mudar, mas conviver com um segredo não é uma tarefa muito fácil.

A Holly ainda está muito afetada, mesmo depois de meses da morte de sua mãe. Ela se encontra muto carente, é uma característica bem notável na personagem por mais que ela tenha o pai e Nils seu melhor amigo, ela se sente um pouco sozinha. Em algumas narrações dela a autora deixa isso bem visível ao leitor.
Ouvi a porta bater e senti meu coração partir no meio.
Confesso que alguns pontos a personagem me irritou um pouco, mas escrevendo essa resenha pensei melhor e refleti sobre um ponto o famoso "se colocar no lugar do outro" após sofrer uma perda dessas é normal que personagem fique melancólica ou com o estado emocional abalado.

Como comentou a School library journal: "Relato realista de um adolescente a necessidade de se sentir querido, seguro e amado." Na relação dela como Paul o garoto que tem uma namorada ela só quer se sentir amada, ter uma pessoa que lhe desse carinho e atenção que não fosse o seu pai. É difícil perder alguém que ama, ainda mais quando esse alguém é sua mãe.


O tempo cura tudo sabe? Isso mesmo todas as feridas.

O livro é muito rápido, parece que tem alguém te contando uma história e não que você está lendo uma. Meu único problema foi o final, ele acaba de maneira inesperada e foi inevitável não esperar por mais, mas as duas folhas seguintes estavam em branco e minha curiosidade não foi cessada por isso dei quatro estrelas. Queria muito ler os outros dois livros da autora, mas ainda não foram traduzidos.

Já leram ou querem ler Ninguém como você? Me contem nos comentários.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Estante: Surpreendente.


Sinopse: Pedro é um jovem sonhador, recém-formado que almeja filmar um roteiro inesquecível e ganhar um importante prêmio do cinema nacional.Uma viagem inesperada, sem roteiro junto com seus melhores amigos e a garota pela qual está apaixonado. Um amuleto misterioso e grandes reviravoltas, o roteiro desse filme vai fugir completamente do esperado e surpreender todos os seus espectadores. Um linda história sobre amor, amizade e com um toque do destino parar bagunçar um pouco o script. 


Pedro trabalha numa locadora e como todo cineasta é um grande sonhador, ele acredita que o cinema pode mudar a vida das pessoas. Ele nasceu com uma doença degenerativa que o levaria à cegueira, mas a doença foi estagnada misteriosamente o fazendo um milagre da medicina. 

Porque somos seus amigos. E se uma pessoa passar toda a existência sem fazer algo realmente excepcional por um amigo, a vida não terá valido a pena...
Ele quer escrever o roteiro perfeito e ganhar um prêmio importante para o cinema nacional, o cacau de ouro. Enquanto isso ele organiza sessão de cinema em um bar com obras que ele considera importante para sociedade e julga que irá muda-lós de alguma forma. Em paralelo a isso ele conhece Cristal uma física nuclear e garçonete e que vai descompassar um pouco do seu coração.

A história demorou um pouco para pegar o ritmo devido as outras histórias que estava lendo em paralelo, mas ainda sim não deixa de ser um bela obra com referências de grandes clássicos do cinema e bandas antigas. É um romance, mas apesar disso eu classificaria como um drama. Apesar de toda trama romântica que acontece nele, ela não recebe o foco principal, isso fez com eu gostasse cada vez mais do lia.

A minha maior canção de todos os tempos é o som da sua voz e o silêncio da sua respiração, menina. Toda vez que eu puder sentir a sua presença, ou todas as vezes que estiver longe e puder me lembrar de você lá na cachoeira dizendo "confia em mim", nada vai me deixar triste.
Achei muito bonito o grande relato de amizade que a história aborda, com certeza esse é um dos pontos mais fortes da história. Apesar de adorar cinema, não sou nenhuma Expert no assunto, mas confesso que já tinha assistido alguma obras citadas no livro. Recomendaria sem dúvida alguma para os fãs cinema, com certeza seria ma leitura bastante prazerosa.


Já leram Surpreendente ou querem ler? Me contem nos comentários.





* Este livro foi conhecido pelo autor devido a uma parceria que foi estabelecida, estou escrevendo a resenha com as minhas impressões sobre o livro e tudo escrito aqui é a minha opinião, sem intervenções de terceiros. Só me inscrevo ou aceito parceiras se obra se assimila com meu gosto. 

sábado, 5 de março de 2016

Viciada em séries: The Flash


Vocês bem sabem o quanto eu sou viciada em séries e nessas férias eu comecei várias! Uma delas foi The Flash, sempre vi muita gente falando bem e resolvi dar uma chance. E eu adorei completamente. Preparei um post contando um pouco sobre minhas impressões da série, eu espero que gostem e se vocês assistem ou querem começar não deixem de comentar o post.

Sinopse: Sua mãe morreu quando ele era uma criança e seu pai foi acusado injustamente pelo sua morte. Ele fica sob os cuidados de um detetive que se torna sua única figura paterna. Após ser atingido por um raio, Berry entra em coma profundo. Ao acordar nove meses depois, ele descobre que não só está vivo por milagre, como também ganhou supervelocidade. O raio que o atingiu foi devido a explosão de um acelerador de partículas dos laboratórios star, mas naquela noite Berry não foi o único atingido e que teve seu corpo modificado após está explosão. Dr. Harrison Hels responsável pelo acelerador e seus dois assistentes cuidam de Berry nesse período de coma e serão os ajudantes dele para capturar os meta-humanos.



Meta-humanos, são como foram chamadas as pessoas que sofreram algumas alteração na sua estrutura física após a explosão. A série se passa no mesmo universo de Arrow e conta com algumas aparições do herói em alguns episódios. Via muitos comentários positivos da série e pessoas me indicando e pedindo para assistir, após algum tempo eu resolvi assistir a série e literalmente vegetei durante um dia e meio e vi todos os episódios disponíveis no netflix.

A série é campeã de audiência do canal TW, perdendo apenas para The vampire diares. Atualmente está na segunda temporada e ao todo foram lançados 16 episódios, o próximo sai apenas no dia 22 de março.




Sem dúvida alguma se tornou uma das minhas séries queridinhas e eu espero muitas temporadas incríveis por ai. Já assistiram The Flash? me contem nos comentários

quinta-feira, 3 de março de 2016

Playlist: Alessia Cara


Hey pessoal, tudo bem? Sumi por alguns dias, mas garanto que o motivo é bom, estou planejando um projeto bem legal pro mês de abril e que vocês vão amar com certeza. Descobri uma cantora muito boa, já tem algum tempo e achei ótima a ideia de apresenta-lá pra vocês, amo quando me chamam no facebook e me contam que gostaram de algum cantar ou banda que indiquei pra vocês.

Dona de uma voz incrível e letras maravilhosas, a cantora canadense tem feito muito sucesso por ai. Sua música mais conhecida atualmente é Here, mas escutem o EP todo no spotify, essa mulher é incrível. Eu recomendei ela no snapchat tem algum tempo, mas ando sem snap pois fui roubada e estou usando windowns phone :(



Minhas canções favoritas são Here e I'm yours, ela ainda não lançou nenhum cd, mas com certeza deve estar em seus planos para esse ano. Já conheciam a cantora? Se sim ou não, me contem nos comentários! 

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