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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Estante: O Lado feio do amor. (Ugly Love)


Nome: O lado feio do amor. (Ugly Love)
Autora: Colleen Hoover.
Editora: Galera Record.
Páginas: 334 páginas.
Classificação: 

Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino

Nunca soube que um coração podia suportar o peso do mundo inteiro.

Sinopse: Após se mudar para o apartamento do seu irmão em São Francisco, Tate Collins vai se dedicar a enfermagem, mas o ela não esperava era conhecer O lado feio do amor. Sem compromisso, sem amor e sem esperanças. Apenas sexo, Tate não queria um relacionamento assim até conhecer Miles Archer. Piloto de avião e o melhor amigo do seu irmão, ele sabe ser um cara extremamente persuasivo. Apesar de ser extremamente reservado e de ter uma barreira emocional enorme, ele seduz a garota com jeito e misterioso e físico maravilhoso. Sua beleza e seu jeito reservado escondem um passado repleto de dor, eles sentem uma atração mutua um pelo outro e um desejo incontrolável. A história de um casal que tinha duas regras: Não pergunte sobre o passado e não espere de mim um futuro.

Ela é como poesia. Como prosa e cartas de amor e letras de música, cascateando.

O livro é narrado pelo Miles e a Tate, os capítulos dela são o que está acontecendo e os dele é pra explicar algo que já aconteceu há 6 anos atrás quando ele era apaixonado pela Rachel, mas no final do livro temos capítulos, após o trauma. Eu peguei um tremendo spoiler antes de ler o livro, deve ser por isso que eu não tenha gostado tanto da história, digamos que este fato é crucial para o entendimento da história.


- Não me pergunte sobre o meu passado - fala, com firmeza. - E não espere de mim um futuro.

A história em si, tem lá suas particularidades positivas, mas não me encantou tanto quanto encantou algumas pessoas. O Miles me irritou muita na história, quase no final do livro quando a autora explica o porquê dele ser tão fechado, criei uma leve empatia por ele.

Apesar dos meus problemas com Miles como personagem e suas atitudes eu gostei bastante da história, quero logo poder ler algo novo da autora. O livro termina com um epílogo, então logo teremos sua continuação.



O livro é um new adult, um dos gêneros que eu estou me aventurando esse ano. Estipulei uma meta de ler livros que eu não tenho muito costume de ter na estante, esse livro foi um deles. Uma adaptação para os cinemas está sendo produzida, tem um tease no youtube caso queriam conferir, tudo indica que estréia esse ano. E também temos uma música, vou deixar o link dela aqui.

Já leram O lado feio do amor? Me contem nos comentários.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Escritos: O meu adeus.




Tava arrumando hoje a estante e lembrei de você, não sei se foi porque eu estava com o livro da sua saga favorita na mão ou se porque achei dentro dele o ingresso de cinema de quando a gente saiu pela última vez. Ponho o livro de volta na estante e penso: "Ta na hora de seguir em frente." 

Por mais doloroso que seja temos que aceitar que ás vezes algumas pessoas ficam no caminho e não temos como voltar para busca-las quem sabe num futuro distante os caminhos de vocês se cruzem de novo, mas diante das circunstâncias, ás vezes é necessário seguir. Não é preciso apagar tudo e fingir que nada aconteceu, porém alguns sofrimentos não precisam perdurar tanto e talvez esse tenha se sustentado por tempo demais.

Não queria jogar o que fomos fora ou deixar de lado, mas  talvez seja hora de abrir mão de continuar escrevendo essa história e deixar um pouco desse roteiro maluco de lado e começar um novo e abrir espaço para novos personagens, um enredo menos dramático e um cenário mais real.

Não se pode viver de passado pra sempre e chegou a hora de seguir em frente. Provavelmente você nunca lerá isso e eu nem faço questão. Esse é o meu adeus, cansei de sofrer por você, meu bem.

Adeus você, eu hoje vou pro lado de lá... Eu hoje vou pro lado de lá, Eu tô levando tudo de mim que é pra não ter razão pra chorar. 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Estante: Meus 15 anos.



Nome: Meus 15 anos.
Autora: Luiza Trigo.
Editora: Rocco.
Páginas: 228 páginas.
Classificação: 
Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino


Sinopse: Quase todas as garota sonham com a festa de 15 anos perfeita, a Bia vai ganhar uma linda festa dos pais e no Copacabana Palace. Pra o resto da escola é só uma nerd, para o seu melhor amigo ela é demais. Para o cara que ela é afim, é invisível. Mas graças a sua super festa de 15 anos, tudo vai mudar. O cara que ela é afim de repente já não é mais tão legal, um grande amigo também pode ser um grande amor. Depois daquela festa Bia nunca mais será mesma e sua história também não. 

Sobre o livro: Meus 15 anos é o primeiro livro na série, o segundo é Na porta ao lado, já resenhado aqui no blog. Ele conta a história da Bia e da suas amigas e como tudo mudou depois da festa de 15 anos da garota. Elas consideradas apenas as nerds da sala e ninguém dava muita atenção pra elas, mas depois da festa tudo mudou.

O livro vai se passar em antes da festa e depois da festa. Antes da festa é aquele clima de curiosidade e muita ansiedade, pois a Bia não revelou o tema da festa e todos estão bastante curiosos para festa. O livro é narrado em primeira pessoa, mas cada capítulo altera seu narrador. Todos os capítulo tem nome de filme, o que tem tudo a ver com a história.



Minha opinião: A história se passa no 1º ano do ensino médio o que me fez ter muita saudade da escola, foi uma sensação de nostalgia única. O típico romance leve, pra se ler em um dia e que eu indico com certeza pra garotas de 12 à 16 anos. O tipo de livro que te prova que você não precisa mudar sua personalidade para agradar ninguém.

A autora é bem descritiva, o livro se passa no Rio de Janeiro e mesmo nunca tendo estado lá, me senti passeando pelos lugares com a Bia e sua amigas. Não é tipo de livro que indicaria se você não curte romances e história que se passam na escola. É, sim, um tanto previsível, mas isso não me incomodou nem um pouco. Gosto muito da escrita da Luiza e adoro seus personagens. Leve, engraçado e cheio de cenas fofas.

Citações favoritas:

Era isso, saquei na hora. Esse frio dentro de mim já me seguia desde antes. Era um sentimento que sempre existiu.

Já leram Meus 15 anos ou ficaram com vontade de ler? Me contem nos comentários.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Estante: Fazendo meu filme em quadrinhos: Antes do filme começar.


Nome: Fazendo meu filme em quadrinhos: Antes do filme começar.
Autora: Paula Pimenta.
Editora: Nemo.
Classificação: 


Onde encontrar: Amazon| Cultura | Saraiva | Submarino

Antes do filme começar é uma graphic novel de Fazendo meu filme, já resenhado aqui no blog. Este volume se passa antes do livro, logo no início da amizade da Fani e do Leo que já era especial desde então.

Os traços desta edição são incríveis e lindos, os desenhista criaram com muito carinho e deram um toque especial em casa personagem. O que é muito legal, Fazendo meu filme já teve seus direitos comprados para filme há um tempo, mas para o filme ser produzido demora algum tempo. Vero Leo, a Fani os amigos dele me fez ter mais saudade ainda do livro, dos personagens e de tudo.



 

Sempre me pego relendo algumas frases e citações que eu marquei nos livros pra matar um pouco da saudade deles. Já foi lançado o Segundo volume, porém eu ainda não adquiri. Capa do segundo volume:

Foto do blog: Tô bege.

Vocês já leram o HQ de Fazendo meu filme? Me contem nos comentários.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Escritos: Na trama do meu coração, você sempre foi protagonista.




Sinto sua falta. Minhas terças-feiras nunca foram tão vazias sem a rotina. Sem a nossa rotina, sem o desejo repentino de correr e te abraçar de saudade toda vez que eu te vejo. Sinto falta das nossas conversas sem noção, da maneira de como me fazia rir que por sinal era a mesma que me fazia ficar irritada ou corada quando me fazia um elogio. Você sabe, eu nem reagir a elogios a linha entre a real expressão real da palavra e da ironia é tênue e nesse caso, eu não sei separar. 

Esquecendo um pouco dessas considerações, queria que soubesse o que sinto por você. Talvez, eu não tenha deixado tão claro quando fui embora. Vi a sua série favorita esses dias, sempre te enxergo como personagem principal, você sabe que isso pode ser só uma possibilidade que não vai acontecer, mas espero que não tenha dúvidas na trama do meu coração você sempre foi protagonista.

Antagonistas existem em todo lugar, mas não é neles que eu insisto em pensar. Figurantes fazem parte do show e com um deles me envolvi quando você se foi. Eles nunca protagonizam a cena, talvez seja por isso que não tenha durado. Era você quem eu queria ao meu lado.


O roteirista dessa história adora viver nesta contusão, só assim pra me deixar viver nesse pandemônio. O autor queria que tivéssemos um final feliz, porém o roteirista insistiu em fazer algo mais cinematográfico e extremamente dramático, desconfio que ele tenha lido alguns dos meus textos melodramáticos e talvez seja pro isso que ele escreveu nossa história de um jeito tão errado. 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Estante: Na porta ao lado.

Esse livro chegou na minha casa ontem a tarde e eu o li tão rapidamente que passei na frente das resenhas programadas, eu realmente tinha urgência de 
falar sobre ele e eu espero que vocês gostem e se interessem pelo livro.


Nome: Na porta ao lado.
Autora: Luiza Trigo.
Editora: Rocco.
Classificação:

Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino

Sinopse: Carol tem mani de fazer lista, livros, músicas filme e sobre os melhores acontecimentos da sua vida durante todos dos dias. O que ela não esperava era que um acontecimento em especial ia mudar a sua vida drasticamente, surpresa com casamento repentino de sua mãe, após passar 15 anos morando no mesmo lugar ela vai ter que se mudar para morar com seu padrasto e o seu novo irmão um tanto insuportável. Mas com a ajuda de suas amigas a Bia, Pri, Amanda e Beta tudo vai parecer mais fácil.

Um livro muito fofo, engraçado e cheio de reviravoltas. Sob a escrita maravilhosa da Luly, vamos conhecer a história da Carol uma das amigas da Bia citada em Meus 15 anos. Esse é o segundo livro da série contanto histórias são muito independentes e se você não leu Meus 15 anos entenderá facilmente esse livro.

A história da Carol começa quando sua mãe arruma um novo namorado eles ficam noivos. Mudanças sempre são difíceis, ela perdeu o pai muito nova e por isso não foi fácil para aceitar a mudança, sair da casa onde ela cresceu e ganhar um irmão de uma hora pra outra. A relação com o seu novo irmão é bem conturbada, mas em compensação ela vai conhecer um cara super legal o Bernardo e ele vai tirar um pouco desse clima pesado que habita em sua casa. 


Sobre o livro: A Carol e suas amigas vão se meter em confusões bem engraçadas. O livro chegou aqui em casa ontem a tarde e eu o li em quatro horas. Amo a escrita da autora, acredito que não seja mais segredo pra ninguém. Sua forma de se comunicar com adolescentes é única, o que é muito bom. Além de despertar o gosto pela leitura, el conversa de adolescente de igual pra igual e não como se fosse inferior.  

Uma história sobre amor, família e amizade. Com um final surpreendentemente diferente do que esperava, o que me fez gostar mais ainda do livro. Diria que um clichê adolescente com um toque especial de originalidade. Mal posso esperar para ler mais histórias da Carol e suas amigas de novo. 

Já leram Na porta ao lado ou ficaram com vontade de ler? Me contem nos comentários.                  

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Estante: A culpa é das estrelas.


Nome: A culpa é das estrelas.
Autor: Jhon Green.
Editora: Intrínseca. 

Classificação: 

Onde encontrar: Amazon| Cultura| Saraiva| Submarino 


Sinopse: Hazel é um milagre para medicina, uma paciente com câncer em estado terminal. Mesmo seu tumor tenho diminuído bastante. Mas no meio de toda essa doença e do seu último diagnóstico surge um cara chamado Augustus Waters, um garoto bonito que frequenta seu grupo de apoio a crianças com câncer. Juntos os dois fazer um pequeno infinito das páginas em ranco de suas vidas.


Alguns infinitos são maiores que outros.
A Hazel é uma personagem bem amarga e no começo do liro confesso que ela me irritou um pouco. Entretanto a cada página era uma surpresa, a história foi me ganhando cada vez mais e fui me apaixonando pelo Augustus e pela história dos dois.



O Augustus teve câncer nos ossos e perdeu uma parte de uma das pernas por isso tem uma prótese em uma das pernas, aparentemente não existem mais resquícios de câncer em seu corpo. Eles se conhecem num grupo e apoio que ele passa frequentar graças ao Isac amigo dele que frequenta o grupo e tem câncer nos olhos.


Porque você é bonita. Eu gosto de olhar para pessoas bonita, e faz algum tempo que resolvi não me negar os prazeres mais simples da existência humana.

A história vai se desenrolar no romance entre Hazel e Gus. Um importante livro sobre alegria, amizade, família e acima de tudo o amor. Temo prolongar esta resenha e soltar alguns spoilers e acabar com a sua leitura portanto serei breve e objetiva. 



Mas, Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.

É um dos meus livros favoritos e toda vez releio ainda tenho as mesmas sensações. A escrita do Jhon Green, é tocante e inspiradora. Se um dia eu tivera oportunidade de conhece-ló quero poder dizer a ele o quanto esse livro é especial para mim e quanto ele me trouxe lições de vida e despertou em mim meu vício pela leitura. 


Eu leio desde criança e escrevo também, mas esse livro despertou o meu prazer por devorar livros e criar um blog em que o foco principal são os livros, talvez este seja um dos motivos do Jnon Green ser um dos meus autores favoritos.

Já leram A culpa é das estrelas? Me contem nos comentários! 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Manteiga de cinema: A nova cinderela: Era uma vez uma canção.


Eu particularmente adoro esses filmes de Cinderela versão adolescente

 (me sinto com 13 anos de novo), ao todo são três filmes nesse cenário e terão posts sobre os outros dois em breve aqui no blog.


O primeiro que vou falar aqui neste post, é o meu favorito das 3 versões. Todos eles tem um significado especial pra mim, pois os assisti numa época especifica da minha vida. Gosto muito de separar filmes e os momentos específicos em que os assisti e escrever sobre eles no meu caderninho e as vezes transformo um pouco da experiência em história (algumas vezes, mas costumo compartilhar elas com as outras pessoas).





Enfim, vamos conversar sobre o filme. Conta a história da Katie que vive com sua madrasta e seus dois irmãos, sua madrasta é diretora de uma escola onde o filho de um grande executivo da música vai estudar na escola, seu pai quer ele seja um grande executivo como ele, mas o Luke quer mesmo é fazer música. 



Em uma tentativa de fazer com sua música seja reconhecida, Katie põe uma demo na pasta do pai de Luke. O que ela não espera era que o produtor adorasse a sua música e a ligasse para assinar um contrato, mas para sua tristeza a sua madrasta que atende o telefone e diz que o demo ela mandou era de Bev e não dela. A partir daí começam os conflitos da história, não vou falar mais porque a ideia do post é aguçar a curiosidade de vocês e fazer com que assistam o filme e depois me contem nos comentários o que acharam.




 O filme é protagonizado pela Lucy Hale atriz de Prety little liars, além de ser uma das minhas atrizes favoritas ela é dona de uma voz incrível. No filme ela canta as músicas e uma das minhas favoritas é Possibilities. A trilha sonora do filme toda, é incrível. Porém essa música me tocou e sua letra me faz ter vontade de me escrever mil textos fofinhos sobre amor.


Então pessoal, espero que tenha gostado do post e que vocês assistam o filme e fiquem suspirando pelo Luke quanto quanto eu. Caso já tenha assistido o ficou interessado, me contem nos comentários!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

#LeiaUmNacional: Vinícius Grossos.


Ei, pessoal. tudo bem? como vai o carnaval de vocês? A entrevista de hoje é de um rapaz que eu ouvi falar muito bem dos seus livros no skoob e eu espero que algum fã possa comentar que gosta do seu trabalho. Sem mais delongas, conheçam um pouco mais do Vinicius autor dos livros Garoto quase atropelado e Sereia negra.


1º Por que decidiu se tornar escritor?
De verdade, acredito que foi o contrário. A literatura me escolheu, e eu tive que escolher: me render e tentar seguir essa carreira, ou ser infeliz pelo resto da vida.


2º Qual sua maior inspiração para escrever?
Acho que o que mais me motiva é tocar a alma das pessoas; saber que as minhas personagens conseguiram, de um jeito muito natural, chegar aos corações dos leitores, e os emocionarem, e os tocarem de alguma forma. Isso é o que mais me inspira.
Mas de uma forma geral, a vida me inspira; coisas que escuto na rotina, músicas, filmes, livros, minhas próprias relações. Tudo se torna uma grande confusão organizada quando penso no que me inspira.

3º Já teve uma fase de bloqueio criativo? Se sim como foi que consegui sair dela?
Sim... Provocada, basicamente, por decepções com a carreira: editoras que distribuem ‘não’ sem nem ao menos dar uma chance. E eu não sei exatamente como foi sair dela. Mas acho que quando passei a escrever apenas por amor, as coisas fluíram de uma forma mais natural, e as personagens voltaram a se comunicar comigo.

4º Você acredita que as pessoas estão se tornando leitores mais cedo hoje devido ao mercado literário estar bem variado?
Com toda a certeza. Cada vez mais o nicho voltado para o público infantil vem ganhando espaço e isso acaba criando raízes nas crianças; raízes essas que dificilmente vão ser cortadas. Desde pequeno eu tinha contato com a leitura, e sei o quanto isso influenciou na pessoa que sou hoje.

5º Qual seu escritor favorito e por quê?
COMO ASSIM? Não consigo escolher um só... Ai... Bem, posso citar a J. K. Rowling, o John Green... De Nacionais, tem a Paula Pimenta, a Carina Rissi, o Augusto Alvarenga, a Mariana Cestari e a Adrielli Almeida... Mas, pensando de forma mais ampla, acho que posso falar do Markus Zusak. A forma como ele conta histórias, de um jeito leve e carismático, realmente me toca de uma forma muito ímpar.

6º Gosta de produzir ouvindo música? Se sim quais?
Depende da história. As músicas me ajudam a entrar na ambientação do livro e das personagens. Por exemplo, se eu escrevo sobre uma menina que ama POP e é fã de Katy Perry e Taylor Swift, não vou conseguir escrever ouvindo Lana Del Rey. Digamos que eu empresto bastante do meu gosto musical para as personagens, e elas fazem o mesmo comigo. Então depende de cada livro. Em O Garoto quase-atropelado, o rock e o indie predominaram. No livro novo, realmente foi o pop chiclete.

7º Hoje em dia os jovens vem cada vez mais devorando livros e mais livros, No futuro acredita que boa parte da nossa sociedade vai adotar o hábito da leitura com mais facilidade?
Sim, acredito sim. Essa geração que devora livros vai crescer, ficar mais velha, e consequentemente vai passar esse hábito para seus filhos, netos e etc. Acho que o hábito da leitura é sempre uma construção. Você precisa encontrar aquele livro que vai te tirar o ar, e assim procurar outras histórias. Mas para isso acontecer, você precisa se permitir. E digamos que a nova geração tem se permitido bastante no campo literário – o que é lindo.

8º Qual sua relação com seus leitores?A melhor possível. Eles me emocionam, me motivam, e me fazem seguir em frente. É por causa deles que eu estou aqui, certo? E eu gosto de pensar neles mais como amigos do que qualquer outra coisa.

9º Sei como é maravilhoso para um escritor ter seu trabalho reconhecido, Como foi saber que livro seria publicado?
É difícil explicar. Eu sinceramente não consigo colocar essa emoção em palavras. Mas vou te revelar algo: depois da ligação do meu editor, estava tocando na TV o vídeo da música ‘The Edge of Glory’, da Lady Gaga. E eu meio que dancei pela casa toda, num tipo de ritmo e movimentos meio epiléticos. Hahahaha Deve ter sido uma visão muito muito feia, mas bem, eu estava explodindo de êxtase e felicidade.

10º Faça uma lista dos seus 5 livros nacionais preferidos.

A máquina de contar histórias – Maurício Gomyde
As batidas perdidas do coração – Bianca Briones
Fake – Felipe Barenco
Perdida – Carina Rissi
Colega de quarto – Victor Bonini

Gostam da entrevista? Espero que sim, conheçam mais do trabalho do autor aqui (seu site). Já conheciam o trabalho dele ou ficaram interessados depois do post? Me contem nos comentários.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Estante: Para onde ela foi, Gayle Forman.

A resenha de hoje é a continuação do livro Se eu ficar, já resenhado aqui no blog. Se quiserem conferir, cliquem aqui.



Nome: Pra onde ela foi.
Autora: Gayle Forman.
Editora: Novo conceito.
Classificação: 

Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino

Sinopse: Ela ficou e decidiu lutar pela sua vida, graças ao seu amor pelo Adam. Entretanto o destino pregou algumas peças e seguiram caminhos destintos. Três anos separados foi o bastante para que eles se consagrasse na música, porém algumas perguntas não foram respondidas. Um encontro doloroso, mas vai preencher muitas lacunas na vida dos dois. Em Pra onde ela foi  Adam e Mia irão reavaliar suas escolhas e finalmente seguir em frente.



Um dia pode ter apenas vinte e quatro horas, mas às vezes passar por um parece tão impossível quanto escalar o Everest.  

O livro começa com o Adam uma estrela da música agora contando um pouco de sua vida e de como ficou tudo. Ele namora uma super modelo e se tornou um cara um tanto diferente. A Mia se tornou uma estrela da música clássica, o livro é narrado com o passado e o presente. Nesse livro podemos conhecer um pouco mais do Adam, pois ele narra a história.     



Devido ao afastamento de Mia, ele transforma toda aquela dor em música e escreve um cd em uma noite e faz a banda bomba e ficar no topo das paradas de sucesso. Após três anos afastados, eles acabam se encontrando em Nova York onde a história começa a se desenrolar.


Vocês costumavam ser inseparáveis e agora nem vivem mais no mesmo estado.

É uma leitura complicada, eu desisti do livro várias vezes, por falta de interesse da minha parte. Senti estar sendo enrolada no começo e só terminei para cumprir o desafio da maratona. Não consigo me familiarizar com a escrita da autora, a Mia personagem principal não me fez ter nenhum tipo de empatia positiva. Me desculpem os fãs, sei o quão chato é ouvir isso. O Adam recebeu um pouco mais de atenção nesse livro, eu gosto do seu personagem, mas a Mia não me agrada.




Realmente fiquei surpresa com final, Do meio para o fim do livro ganhei um pouco mais de empatia pela história. As narrações do Adam se tornam menos entediantes e passam a ser dolorosas e verdadeiras. 


 Toda a minha irritação se derreteu.- Sua boboca - eu falei, beijando-a na testa. - Você não me divide. Você me tem.

Uma pergunta que me fizeram quando postei sobre o livro, se era necessário comprar. Se você quiser saber como acaba a história e como ficou a vida dos personagens sim, se não, não vale e pena.

Já leram Para onde ela foi? Me contem nos comentários.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Escritos: Última página do caderno.


Está tarde, lembrei que não vou ter mais a última página do caderno para rabiscar e encher de trabalhos porquê eu esqueci a agenda em casa. 

Pode até ser que isso aconteça na faculdade, mas não vai ser a mesma coisa que escrever um texto novo no meio da aula de química e escutar a professora chamar minha atenção.

O ensino médio passa rápido e quando a gente vê, já tem milhões de pessoas querendo optar na sua futura profissão os exames de vestibulares são amanhã e você tem que decidir o seu futuro em dois dias. 

Eu sei, você provavelmente está na faixa dos 15 a 17 anos deve achar ridícula a ideia de decidir o seu futuro tão rápido. Ei também acho, mas quando somos pequenos sempre queremos ser adultos achando que as coisas mudam. Esse é o preço que a gente paga por pedir para crescer, responsabilidade. 

Ser adulto é uma tarefa difícil, se alguém tivesse me falar isso antes (provavelmente falaram, porém não levei a sério) teria aproveitado mais e pedido menos para crescer. Como nos filmes e livros do Peter Pan, agora eu realmente queria ter conhecido a terra do nunca e ter ficado por lá. Mas como isso não é possível, me atenho a ter novas responsabilidades e me tornar uma adulta responsável, porém com alma de criança e sempre lembrando que pensamentos felizes fazem a gente voar!

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