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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Um mapa astral musical | Playlist


A banda Hotelo lançou seu CD novo e ele é todo inspirado nos signos do zodíaco. O disco foi liberado no último dia (31) de agosto à meia-noite em todas as plataformas digitais. Com doze participações dente elas Atitude 67, Anavitoria, Caio Corrêa (ex integrante do Scracho), Dinho Ouro Preto, Jade Baraldo Nina Fernandes e outros. Conheço a banda de outros trabalhos e adorei a ideia de explorar os signos e com um tom engraçado, gostoso e sarcástico, se jogando em ritmos diferentes.

Os arranjos adequados para cada cantor foi a sacada mais legal em todo disco. É sempre muito bacana sair da zona de conforto seja ela musical ou qualquer outra. Todo processo criativo para construção do disco foi um grande desafio, mas que agregou demais para todos que fizeram parte deste processo criativo. Em um vídeo curto no seu canal do youtube, eles ilustram um pouco de como foi a experiência e contam que o disco foi gravado em casa.

Trechos das canções favoritas:

Mas não se esconda num casulo
Sem tu não é seguro viver

Pode crer. (...)
Câncer (part. Vitória Falcão)

Eu vou com todo mundo
Que é com todo mundo que eu quero estar
É esse abraço que eu quero apertar

E nesse abraço cabe um milhão
Libra (part. Ana Caetano)

Eu não dependo de ninguém
Ser livre é lindo
Mas devo te admitir

Que encontrar teu caminho atrapalha
Virgem (part. Nina Fernandes)

Mas não venha me irritar
O modo de eu trabalhar
Lentidão é perfeição
E agora eu vou jantar pra depois
Touro (part. Pedro Calais)

domingo, 2 de setembro de 2018

Ana e Vitória | Manteiga de cinema

Foto: Papel Pop

Na sexta (03) de agosto, compareci a sessão especial organizada pelo Cinemark em Recife para a sessão do filme Ana e Vitória com a presença das cantoras. O evento foi bem cheio e o que levou as fotos que seriam individuais serem em grupo, pois já estava atrasado devido a outra sessão que aconteceu mais cedo organizada pelo shopping também.

O filme é uma mistura ficcional de tudo que aconteceu na trajetória das cantoras até aqui de uma forma leve e engraçada como a dupla. A trilha sonora é linda e foi composta por elas e as faixas acabaram fazendo parte de seu disco novo O tempo é agora já tem post por aqui contando o que achei. A comédia romântica é linda, leve e tem muitas particulares que foram exploradas no roteiro e na montagem das cenas. Também teve participações especiais como as de Mari Nolasco, Pedro Pascual, Mike Túlio e Guto Oliveira da banda Outroeu. 

Foto: Aletral
O longa tem muito a carinha do duo provavelmente pela participação integral delas tanto no roteiro e por serem as mesmas que representam seus próprios papéis na história. Quando saiu o pôster achei que fosse uma brincadeira e me peguei pensado se seria uma boa esse filme. Confesso que amei ser surpreendida por cada coisa importante na narrativa que compõe este longa. Tudo é muito importante e é uma comédia romântica com bastante representatividade lésbica, bissexual e que gostaria ter assistido quando era pré-adolescente. A Clarissa Müller foi uma das atrizes revelações famosa nas suas redes sociais ela canta e atua revelando seu artístico lado para os seus seguidores. 

Além de músicas inéditas a trilha sonora é composta por sucessos do início da carreira da dupla. A classificação indicativa é de 12 anos. O filme estava em todos os cinemas do Brasil e vale com certeza uma ida ao cinema para sair de coração mais leve e energias recarregadas. E espero poder comprar dvd e trilha sonora para sempre ouvir as músicas da maneira que foram interpretadas, pois gostei demais.

Serviu também para que os fãs a enxerguem como duas pessoas diferentes e não integrantes de uma coisa só, mas o conjunto de algo. 

Foto tirada no evento:
Trailer do filme:

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O tempo é agora | Playlist

Na madrugada da primeira sexta do mês (02), Anavitória surpreendeu os fãs ao lançar um disco novo em todas as plataformas digitais logo após seu filme ter estreado nos cinemas.O tempo é agora conta com onze faixas das quais dez entraram nos top 100 do Spotify no primeiro sábado após o lançamento.


As músicas falam muito sobre amores fluídos, recomeços e términos. Diferente do primeiro álbum do duo este me parece mais emocional, profundo e sensível que o primeiro. As letras são mais sofridas e falam muito de amadurecimento, se encontrar no amor seja ele qual for, se perdoar, sentir dor e sobre sentir completo antes de ficar com alguém. A Ana é uma compositora fantástica que só cresce todo dia e isso ficou muito nítido nas letras.

Minhas canções favoritas são: Cecília, Outrória (parceira com Outroeu), Canção de hotel e Dói sem tanto. Na verdade amei o disco todo, mas estas em particular tenho escutado no repeat do spotify. Os Cds físicos já chegaram em algumas lojas e a turnê já começou as cantoras postaram um pouco do making off da criação do segundo álbum nas suas redes sociais e também prometeram clipes em breve.

Trecho das minhas canções favoritas: 

"Que tua amarra no meu peito não se deu..."

"
Eu nunca vi ninguém

Fazer tanto barulho num só coração..."

"Saudade parece não ter tamanho

O mundo sem ti, nem vi, nem é..."

"Tu me diz todo segundo
Que ser liberdade vem de dentro
Diz então
Porque tuas amarras me machucam?
Eu sei nossa verdade é bonita
Lealdade é coisa rara
Mas meu canto pede solidão pra ver o mundo"

Lembro de quando indiquei os covers dela aqui no blog e um tempo depois elas estavam produzindo seu EP depois o primeiro disco, agora o segundo e fico muito feliz de ter acompanhado tudo desde o primeiro show aqui em Recife até agora. Espero que trajetória do duo ainda alcance vôos mais intensos que os de agora é lindo de ver tudo do lado daqui.   

Algumas coisas acabam ficando no caminho | Escritos

Leia ouvindo: Mercy - Shawn Mendes

As coisas mudam, o tempo passa e os sentimentos não são mais os mesmos. Os pequenos detalhes que afetam tanto passaram a ser quase ignorados ou apenas vistos e deixados de lado. 

A gente cresce os sentimentos mudam. Amadurecemos e às vezes eles crescem conosco, mas na maioria das vezes ficam no caminho. Não por raiva, rancor ou ausência de reciprocidade, mas por que um dia a gente olha pra trás depois de tanto se afundar num sentimento e percebe que foi tudo um equívoco. Nada mais do que uma história que aconteceu no tempo errado ou que só não tinha para ser. 

Os sentimentos certos aparecem nas horas erradas e menos oportunas. É como se a vida quisesse nos fazer um teste de amadurecimento e quase sempre a gente reprova. Por não ter maturidade ou por simplesmente não estar preparado para isso. "O amor vem para os distraídos" e isso não significa dizer que eles estão preparados para ele e toda intensidade que vem junto com o momento.

Perdemos amores, ganhamos dores, mas aprendemos a viver com elas. E um dia elas simplesmente deixam de existir, evaporam por mais que a gente tente fugir evitar ou nos convencer que essa hora chegou. Ninguém nunca sabe o momento certo.


": frase da Isabela Freitas.

domingo, 26 de agosto de 2018

16ª Festival de literatura Recifense

Foto: Reprodução/Divulgação

Aconteceu este fim semana (26), o 16º Festival de literatura Recifense: A Letra e a voz que contou como homenageado o poeta Miró da Muribeca famoso na cidade por sua poesia de cunho social. Comparecemos ao evento no sábado para oficina de Clarice Freire também escritora e Pernambucana que ministrou uma oficina de escrita criativa para quem se inscrevesse onde só era preciso entregar um livro de um autor Pernambucano para doação.  

Assim como ela Fred Caju, Marcelino Freire e João Lin ministraram essas oficinas ambas no mesmo horário das 14h às 17 horas. A oficina da Clarice foi linda e um marco para quem quer ser escritor ter noção de por onde começar a entender esse mundo de escrita e não ter medo da palavra antes de escrevê-la. 
 


 No domingo, rolou o encerramento que infelizmente não consegui comparecer teve um sebo e um Jam poético-musical com Amaro Freitas, Bel Puã e Miró. Não rolou muito apoio da mídia local pelo que pude perceber, só conheci o festival graças a Clarice e a Jubs do Lanterna Lunar que me enviou o post da autora sobre a oficina.

O que é muito triste, pois em tempos onde estamos discutindo o que é ou não literatura estamos vendo pessoas se apropriando de um discurso elitista para falar a respeito disso em grandes veículos. O que diz muito sobre quem estamos deixando ocupar estes espaços e por que mesmo Miró sendo um poeta do povo não recebeu toda essa atenção mais que merecida? São ótimos questionamentos a serem feitos a respeito dos próximos festivais e a divulgação deles para o povo possa de fato ter acesso a este espaços. Afinal, a cultura tem que ser democratizada a todos.  

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