Livro novo do Jhon Green | Lançamentos

by - junho 30, 2017


Quem acompanha o blog desde o começo quando ainda era Antes do Dezesseis, provavelmente sabe que sou muito fangil do Jhon Green. E que na semana passada ele anunciou que vai publicar um livro novo, talvez eu tenha surtado gritado e assustado meus pais com meus  gritos quando li a notícia, talvez.
As obras dele foram muito importantes no começo da minha adolescência e para me descobrir enquanto pessoa e para minha formação enquanto leitora. Sim, já li todos os livros dele e recentemente organizei um projeto pessoal de releituras desses livros. Para voltar a essas histórias que sinto tanta falta e explicar pra vocês leitores que sempre me encontram nos eventos ou mandam e-mails perguntando a importância dos livros dele pra mim e quando tudo isso começou.

Faz seis anos que o Jhon não publica nada e particularmente sinto uma falta absurda da sua narrativa e seus personagens. O livro conta a história de Aza Holmes que está lutando contra uma doença mental enquanto investiga o desaparecimento de um milionário. Publicado pela Penguin Young Readers nos EUA é descrito sobre uma grande amizade, a intimidade de uma reunião inesperada e uma fan fiction de Star Wars. Mas no seu coração está Aza Holmes, uma garota navegando pela sua existência em uma espiral de seus próprios pensamentos.

Ansioso pelo livro? Ele será lançado dia 10 outubro desse ano nos EUA e sem previsão aqui no Brasil.


O sol também é um estrela | Estante

by - junho 24, 2017
Nome: O sol também é um estrela.
Autor: Nicola Yoon.
Editora: Arqueiro.
Páginas: 288 páginas.
Classificação: 


Sinopse: O acaso apresentou os dois. Natasha é uma garota cética, ama ciência e não acredita no amor. Daniel é o típico garoto certinho, bom filho eque tira boas notas, mas o que seu pais não sabem é que ele ama poesia e não quer ser médico. Ela está a 12 horas de ser deportada para Jamaica com sua família, porém ele não fazia ideia disso quando esbarrou nela em Nova York. Cada momento da sua vida trás um instante único e talvez um esbarrão signifique bem mais do que eles estavam esperando.

Natasha é uma garota apaixonada por ciência e acredita que o amor são só reações químicas e nada mais. Daniel é um garoto coreano, o típico filho perfeito, bom aluno e que pais sonham que faça medicina, mas o garoto é apaixonado por poesia. O livro se passa em um dia o que deixa tudo mais emocionante e impossível de ser largado com facilidade. 

Sob a narrativa encantadora e escrita leve a autora nos conta uma história de amor que nasce de uma sucessão de fatos ao acaso.

Minha impressões:
Antes de começar a resenha gostaria de dizer: AMÉM NICOLA YOON. Sem dúvida veio pra revolucionar nesse universo YA. Trazendo não só representatividade, mas diversidade entre seus personagens que foi o que mais me cativou nessa história.

Se passa em um dia. As trezentas páginas escritas com muito louvor e maestria. Não se torna cansativo, a evolução dos personagens é muito evidente e presente de forma natural. O que é extremamente importante, quando o autor convence o leitor de que personagem aprendeu com aquilo várias lições podem ser tiradas ao longo da leitura.

Os romances dela se desenrolam de forma natural e gradativa. Como deve ser, são clichês, mas não deixam de ter suas particularidades que os tornam únicos. Sinceramente, não vejo a hora de poder ler outro livro dela. Se você assim como eu é fã de romances não deixe os dela passar, leia assim que possível.

Como todo romance tem suas partes de suspirantes, mas também trás consigo algumas lágrimas. O final era já esperado pelo menos por mim. Por mais que as pessoas insistam em dizer que odeiam finais feliz, eles são meu ponto fraco. 

Citações favoritas:

As pessoas passam a vida inteira procurando o amor. Mas como a gente vai confiar numa coisa que pode acabar subitamente quando começa?

O amor tem uma meia-vida infinitesimalmente pequena decai até o nada. E quando acaba é como se nunca tivesse existido.

O coração poético não é confiável em termos de decisões de longo prazo.

Às vezes a verdade pode doer mais do que a gente espera.

Talvez parte de se apaixonar por alguém também seja se apaixonar por si mesmo.

A vida nem sempre acontece como a gente planeja.

A distância entre quem elas eram e quem são agora cresceu tanto que não temos esperança de recuperar essas pessoas.

O problema de elevar as esperanças às alturas é: a queda é muito longa.

O amor sempre muda tudo.

Páginas de um antigo livro | Escritos

by - junho 18, 2017
Foto: birdasaurus

Queria ser um emaranhado de respostas ao invés de perguntas, pois todas as vezes que fui coração por alguém, no final feri o meu. Não é certo dar início a uma jornada pela qual não sei se sou capaz de continuar até o final. 

Finais são difíceis, mas dentro de determinadas circunstâncias são necessários. Querer que um sentimento exista, não é o bastante para que ele possa se manter. A base dos sentimentos é a reciprocidade e onde não há um sentimento recíproco, não existe amor, mas sim insistência.

Os sentimentos afloram no seu tempo, mas não porquê alguém quer senti-los. Para os apressados o amor não chega até que encontre seu equilíbrio e tempo. Para os pacientes chega no tempo certo. E para os descrentes, pode estar em baixo do seu nariz. No meu caso estava naquele livro que guardarei com tudo que lembrava nós no passado.


Já foi doloroso reler essas páginas, hoje não é. Por mais que o dia esteja nublado meu café tenha esfriado enquanto escrevo esse texto e pilha de livros que organizei tenha acabado despencar ao meu lado. Meu coração continua calmo. Sem saltos, cambalhotas no estômago e nem o famoso frio na barriga. O amor se foi e nem ficou saudade. Só a nostalgia de nos encontramos um dia.

Mochilão da Record em Recife

by - junho 15, 2017

No último domingo de abril (30/04), ocorreu o Mochilão da Record aqui em Recife. Sempre costumo comparecer a esses eventos para ficar à par do calendário de lançamentos das editoras.

Ano passado o evento teve superlotação devido ao livros distribuídos depois do evento cada leitor saiu com seis livros sem precisar ganhar nenhum sorteio, logo a quantidade de leitores atraída foi bem maior. Esse ano tiveram duas sessões assim como ano passado, mas a lotação foi comportada nas duas.

Ir nesses eventos se você é fã da editora e de deus títulos publicados vale muito a pena, pois você sai à par de seus lançamentos favoritos com uma ecobag e marcadores. Esse sempre foi o motivo desses eventos me atraírem, mas esse ano fiquei um pouco decepcionada pelo calendário de laçamentos parecer um pouco mais restrito aos leitores. Fazer surpresa é legal, mas depois que se cativa um público é esperado que se notifique o mesmo. Não teve um lançamento da Colleen Hoover o que por um milagre, pois a editora é bem conhecida por publicar todo os seus títulos aqui no Brasil.


Tirando esse fato que me deixou um tanto incomoda, o evento foi ótimo. Tiveram sorteios e alguns spoilers do que temos pra esse ano no Grupo Editorial Record.

Livros que fiquei curiosa para ler:
À primeira vista.
A pequenas livraria de corações solitários.
A história secreta da mulher-maravilha.
Minha vida não tão perfeita.
O sorriso da Hiena.
Os 12 signos de Valentina.
Quando a noite cai.

Tudo e todas as coisas | Playlist

by - junho 11, 2017
 

Nessa quinta-feira, 15 de junho, estréia Tudo e todas as coisas no cinema. O livro já foi resenhado aqui no blog para conferir a resenha basta clicar no nome.

Então, o filme possui uma trilha sonora linda e resolvi compartilhar aqui com vocês a playlist que está no spotify para quem ainda estiver disposto a ler antes de ir ao cinema e todos aqueles que resolverem apreciar esta obra, para os leitores e curiosos recomendo a leitura antes de ir ao cinema. 



Para quem ficou curioso e não conhece o livro, o trailer:

Sobre amar sua própria companhia | Escritos

by - junho 06, 2017

Fechei a porta e guardei as chaves.

A tarde estava ensolarada como de costume na cidade. Coloquei os óculos e andei até o metrô. A caminho de lá pensava em como seria minha trajetória até o evento. Até então tudo bem, mas ai realmente caiu a ficha de que ia sozinha, sem amigos, conhecidos ou qualquer pessoa que fosse conversando comigo até lá.

É estranho e ao mesmo tempo novo gostar tanto da minha própria companhia. Andar pelas ruas da cidade em que sempre andei acompanhada, mas dessa vez com um olhar novo e diferente. Estar sozinha pode ser uma das piores sensações do mundo, como foi pra mim por muitos anos quando era mais nova e achava que precisava sempre ter alguém por perto. Estava tão errada, mas minha imaturidade não me permitia enxergar além daquilo. 

Andar pelas ruas, sentir o vento balançar meus cabelos e atravessar o sinal. Coisas tão simples, porém que me deram um sentimento de liberdade, paz e tranquilidade. É bom estar sozinha, mas é melhor ainda saber que não existe companhia no mundo que eu ame mais do que a minha.