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quinta-feira, junho 21, 2018

Primeiro teaser de To All The Boys I've Loved Before | Manteiga de cinema

Foto: Netflix.

Depois de anunciar a data o filme que será distribuído pela Netflix. Finalmente temos o primeiro teaser do best seller do New York Time To All The Boys I've Loved Before traduzido no Brasil como Para todos os garotos que já amei e publicado pela Editora Intrínseca.

Pelo trailer já podemos ver que o filme será um compilado dos três primeiros livros por causa de algumas cenas como a do ofurô que só acontece o segundo livro da série. Eu, particularmente achei melhor assim do que se fossem três filmes. Como a autora Jenny Han teve bastante participação ativa na produção do filme isso me deixou mais segura que vão sempre respeitar a obra antes de qualquer coisa.

Ansiosa pela trilha sonora do filme muito, pelo trailer oficial, as composições feitas no filme, enfim para finalmente poder conferir tudo!

Achei um vídeo muito legal do Leandro Alves que comentando a respeito sobre o elenco, caso  ainda não conheçam, confiram:


Vai ter resenha dos livros por aqui? Não só vai como estou bolando umas coisinhas bem legais para semana de lançamento do filme. Caso queiram sugerir alguma coisa nas redes sociais é só comentar suas sugestões. Acompanhem as redes sociais do blog principalmente o instagram para ficarem por dentro de tudo!

terça-feira, junho 19, 2018

Outros jeitos de usar a boca | Estante


Nome: Outros jeitos de usar a boca.
Autora: Rupi Kaur.
Editora: Planeta.
Páginas: 208 páginas.
Classificação: 

Sinopse: Rupi escreve mais que poemas sobre amor, abuso, família e relacionamentos. A poesia dela transcende um patamar que talvez não seja compreendido por todos, afinal poesia contemporânea tem diversas ressignificações em suas vertentes. As suas palavras são duras e simples escritas em poucas linhas, mas que carregam mais carga emocional maior que um livro inteiro.


A narrativa de Rupi logo ficou famosa, após um vídeo da youtube Jout Jout, mas ela já era famosa no tumblr anos atrás antes de ser publicada. Ela é conhecida como Instapoet pelas suas poesias no instagram tem dois livros publicados no Brasil. Sua poesia encantou jovens e adultos o que fez com seu livro ganhasse edição especial capa dura e vende-se mais de 100 mil exemplares. Segundo uma entrevista da autora numa feira de Barcelona publicada no ElPaís, ela mencionou que seus poemas traduzem o que é universal justamente com suas ilustrações. No começo, acreditava que eram questões de garotas como ela asiáticas ou que emigraram, mas viajando por feiras literárias percebeu que as questões eram universais.

Seu livro é divido em a dor, o amor, a ruptura e a cura. Desde o início da narrativa sua poesia nos mostra o quão intensa, profunda e real é. Não é simples explicada, mas é fácil compreendê-la. Sua questões sobre feminismo, abuso e dor podem vir a ser gatilho. Então, peço que os leitores mais sensíveis a tais questões tenham cuidado ao lerem.


Minhas impressões: 
Escrever sobre Rupi é difícil, às vezes acho que palavras não suficientes para descrever o talento para denúncia do mundo desta mulher. E o quão isso é passado através dos seus poemas. 

Poesia feminista contemporânea, têm sido um marco para está geração tanto como denúncia, mas como aprendizado. Não é segredo que o feminismo têm se feito presente na vida de milhares de jovens na atualidade através da internet, mas apesar de saber que meus esforços para estudar, compreender o movimento e ajudar em casos que estejam ao meu alcance. Ainda é preciso que livros como este estejam em alta para que outras jovens não tão privilégiadas como nós tenham acesso a este conteúdo por terceiros, como presente ou até em bibliotecas públicas para que saiam de sua zona de conforto e lutem por todas nós.

Quando comecei essa resenha não saberia se que conseguiria me expressar bem sobre está obra, mas a autora fez e faz isto muito bem não só por mim, mas como por todas nós.
  

Citações favoritas:

Toda vez que você 
diz para sua filha
 que grita com ela por amor
 você a ensina a confundir 
raiva com carinho 
o que parece uma boa ideia 
até que ela cresce 
confiando em homem violentos
 porque eles são tão parecidos 
com você. 

a ideia de que somos 
tão capazes de amar
mas escolhemos
ser tóxicos

você tem dores
morando em lugares
em que dores não deveriam morar

não se dê ao trabalho de agarrar
 aquilo que não te quer
- você não pode obrigar ninguém a ficar

não procure cura
aos pés daqueles
que te machucaram

perder você
foi o que levou
a mim mesma

o copro das outras mulheres
 não é nosso campo de batalha

como você ama a si mesma é 
como ensina todo mundo
a te amar

sábado, junho 16, 2018

Links mais legais desta semana #03 | Blogosfera


O insuportável do corpo feminino,  Diana Corso - Comecei a assistir Café filosófico por causa do Enem e hoje assisto como qualquer outro canal no youtube mesmo, pois sou apaixonada pelas pautas, pessoas convidadas e por sempre trazerem uma visão diferente ou parecida da minha. O que me retira da minha zona de conforto e me faz estar em constante questionamento sobre tudo. O programa passa na TV Cultura e este pertence a série: “A sexualidade como ela é” de curadoria de Fabricio Carpinejar (Escritor).

Não sei se vocês conhecem o Medium (uma plataforma e também aplicativo para consumir conteúdo em sua maioria textos) é comum encontrar tanto escritores nacionais como gringos, professores, sociólogos e etc. Dentro esta plataforma existe o Mulheres que escrevem que nada mais é uma do que uma conversa entre escritoras. Escolhi alguns textos para deixar para vocês:

Uma lista de tarefas para o amor-próprio. E caso você caiu aqui de paraquedas e não curte tanto leitura quanto eu. Senta e assiste esse vídeo do Gui Pintto, mas calma não desiste da literatura você ainda não encontrou o livro certo.  

Por que é importante ler mulheres? Como diz a própria discrição uma reflexão sobre um livro chamado Deslocamentos femininos de Maria Rita Kehl.

E este vídeo da Ellora Haonne sobre crescer e o gentileza. Seja mais gentil com você. Queria dizer várias coisas  respeito, mas o vídeo vale mais do que tudo que possa escrever agora. O clipe do Bruno Gadiol que trouxe pra arte o que é se sentir mais confortável com ser quem você é. Escutem e assistam Seu costume. E vejam esse este vídeo também junto como Gui também.

segunda-feira, junho 11, 2018

Greenhouse Academy: Uma escola diferente | Viciada em séries

Imagem: Twitter

Greenhouse academy foi uma das últimas séries que maratonei depois do vestibular, pois não sabia como começar uma rotina sem estudar e estava meio confusa não queria assistir documentários, nem filmes muito críticos e pesados Optei pela série por parecer mais leve e cada episódio só tinha aproximadamente vinte minutos então tinha uma desculpa para vegetar o dia inteiro na minha cama.

A série foi lançada pela Netflix dia 8 de setembro de 2017.



Greenhouse é uma escola incomum com suas atividades afim de estimular a competitividade dos seus alunos, os ensinar a trabalhar em grupo e para formar futuros líderes. Divididos em dois grupos os Eagles (esportistas) e o Reavens (intelectuais) os gêmeos Alex e Hayley vão participar cada qual de um grupo e em meio as brigas, discussões, tarefas e esportes. Sua mãe foi uma das alunas mais brilhantes desse colégio e logo após a sua morte Alex ficou focado em conseguir entrar nesta escola o que acabou levando sua irmã a estudar lá junto com ele.
Devido aos episódios serem bem curtos e ter em média vinte minutos que acaba deixando algumas lacunas na série prejudicando seu desenvolvimento em alguns pontos, mas os episódios curtos acabam chamando atenção de novos espectadores que não são acostumados a assistirem séries com frequência ou geralmente optam pelos menores.

O enredo é bem clichê e talvez não agrade a todos por isto. O roteiro apesar de extremamente adolescente não é tão ruim como o da maioria das séries de mesmo gênero. Existem duas temporadas disponíveis na Netflix e após o final da segunda temporada o serviço de streaming ainda não divulgou se a série será renovada para uma terceira temporada. 

Deixando todos os fãs ouriçados, pois o desfecho da segunda temporada deixou várias possibilidades em aberto. Confira a playlist da 1ª temporada:
    

terça-feira, junho 05, 2018

Tá tudo bem, não estar bem | Escritos

Gif: Tenor.


Às vezes a gente se cobra demais e nos condena demais por não seremos as pessoas que esperávamos que fossemos, já perceberam? É bem louco pensar nisso tanto que quando a gente para e vê o quão isso é real e nocivo pra nós mesmos. O pior é que só percebemos no meio do caminho quando já tem meio mundo bagunçado. Sempre esquecemos o contexto e nossas batalhas pessoais e só julgamos a linha de chegada e esquecemos do caminho percorrido. A gente fala tanta sobre empatia, gentileza e esquece de que você tem que ser tudo isso consigo mesmo também, não só com os outros.

Todos nós travamos batalhas pessoais importantes todos os dias e não temos que esquecer de nós dar mérito ao ter passado por uma barreira ou ter percorrido um caminho turbulento. A jornada do outro não é mais importante que a sua, não existe dor mais e menos dolorosa e muito menos competição de sofrimento. 

Tem uma frase de Extraordinário, um dos meu livros favoritos que eu gosto muito que diz: Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil. 

Escolha também ser gentil com você mesmo. Respeite suas escolhas, sua jornada e não diminua as suas dores pensando nas do outro. Isso não existe. Cada qual vive suas próprias escolhas e enfrenta o que lhe foi destinado. A vida nos move e nos leva para caminhos diferentes do esperado e isso faz parte de crescer. 

Crescer é bizarro. Afinal, um dia você acorda tem vários boletos para pagar, aluguel, luz, gás, água e internet. Tem todas as cobranças pessoais, externas, familiares e psicológicas. E temos que lidar com todos esse imprevistos e ter mais consciência de que estamos todos vulneráveis a isto. E tá tudo bem não estar bem o tempo inteiro.

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