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sábado, junho 16, 2018

Links mais legais desta semana #03 | Blogosfera


O insuportável do corpo feminino,  Diana Corso - Comecei a assistir Café filosófico por causa do Enem e hoje assisto como qualquer outro canal no youtube mesmo, pois sou apaixonada pelas pautas, pessoas convidadas e por sempre trazerem uma visão diferente ou parecida da minha. O que me retira da minha zona de conforto e me faz estar em constante questionamento sobre tudo. O programa passa na TV Cultura e este pertence a série: “A sexualidade como ela é” de curadoria de Fabricio Carpinejar (Escritor).

Não sei se vocês conhecem o Medium (uma plataforma e também aplicativo para consumir conteúdo em sua maioria textos) é comum encontrar tanto escritores nacionais como gringos, professores, sociólogos e etc. Dentro esta plataforma existe o Mulheres que escrevem que nada mais é uma do que uma conversa entre escritoras. Escolhi alguns textos para deixar para vocês:

Uma lista de tarefas para o amor-próprio. E caso você caiu aqui de paraquedas e não curte tanto leitura quanto eu. Senta e assiste esse vídeo do Gui Pintto, mas calma não desiste da literatura você ainda não encontrou o livro certo.  

Por que é importante ler mulheres? Como diz a própria discrição uma reflexão sobre um livro chamado Deslocamentos femininos de Maria Rita Kehl.

E este vídeo da Ellora Haonne sobre crescer e o gentileza. Seja mais gentil com você. Queria dizer várias coisas  respeito, mas o vídeo vale mais do que tudo que possa escrever agora. O clipe do Bruno Gadiol que trouxe pra arte o que é se sentir mais confortável com ser quem você é. Escutem e assistam Seu costume. E vejam esse este vídeo também junto como Gui também.

segunda-feira, junho 11, 2018

Greenhouse Academy: Uma escola diferente | Viciada em séries

Imagem: Twitter

Greenhouse academy foi uma das últimas séries que maratonei depois do vestibular, pois não sabia como começar uma rotina sem estudar e estava meio confusa não queria assistir documentários, nem filmes muito críticos e pesados Optei pela série por parecer mais leve e cada episódio só tinha aproximadamente vinte minutos então tinha uma desculpa para vegetar o dia inteiro na minha cama.

A série foi lançada pela Netflix dia 8 de setembro de 2017.



Greenhouse é uma escola incomum com suas atividades afim de estimular a competitividade dos seus alunos, os ensinar a trabalhar em grupo e para formar futuros líderes. Divididos em dois grupos os Eagles (esportistas) e o Reavens (intelectuais) os gêmeos Alex e Hayley vão participar cada qual de um grupo e em meio as brigas, discussões, tarefas e esportes. Sua mãe foi uma das alunas mais brilhantes desse colégio e logo após a sua morte Alex ficou focado em conseguir entrar nesta escola o que acabou levando sua irmã a estudar lá junto com ele.
Devido aos episódios serem bem curtos e ter em média vinte minutos que acaba deixando algumas lacunas na série prejudicando seu desenvolvimento em alguns pontos, mas os episódios curtos acabam chamando atenção de novos espectadores que não são acostumados a assistirem séries com frequência ou geralmente optam pelos menores.

O enredo é bem clichê e talvez não agrade a todos por isto. O roteiro apesar de extremamente adolescente não é tão ruim como o da maioria das séries de mesmo gênero. Existem duas temporadas disponíveis na Netflix e após o final da segunda temporada o serviço de streaming ainda não divulgou se a série será renovada para uma terceira temporada. 

Deixando todos os fãs ouriçados, pois o desfecho da segunda temporada deixou várias possibilidades em aberto. Confira a playlist da 1ª temporada:
    

terça-feira, junho 05, 2018

Tá tudo bem, não estar bem | Escritos

Gif: Tenor.


Às vezes a gente se cobra demais e nos condena demais por não seremos as pessoas que esperávamos que fossemos, já perceberam? É bem louco pensar nisso tanto que quando a gente para e vê o quão isso é real e nocivo pra nós mesmos. O pior é que só percebemos no meio do caminho quando já tem meio mundo bagunçado. Sempre esquecemos o contexto e nossas batalhas pessoais e só julgamos a linha de chegada e esquecemos do caminho percorrido. A gente fala tanta sobre empatia, gentileza e esquece de que você tem que ser tudo isso consigo mesmo também, não só com os outros.

Todos nós travamos batalhas pessoais importantes todos os dias e não temos que esquecer de nós dar mérito ao ter passado por uma barreira ou ter percorrido um caminho turbulento. A jornada do outro não é mais importante que a sua, não existe dor mais e menos dolorosa e muito menos competição de sofrimento. 

Tem uma frase de Extraordinário, um dos meu livros favoritos que eu gosto muito que diz: Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil. 

Escolha também ser gentil com você mesmo. Respeite suas escolhas, sua jornada e não diminua as suas dores pensando nas do outro. Isso não existe. Cada qual vive suas próprias escolhas e enfrenta o que lhe foi destinado. A vida nos move e nos leva para caminhos diferentes do esperado e isso faz parte de crescer. 

Crescer é bizarro. Afinal, um dia você acorda tem vários boletos para pagar, aluguel, luz, gás, água e internet. Tem todas as cobranças pessoais, externas, familiares e psicológicas. E temos que lidar com todos esse imprevistos e ter mais consciência de que estamos todos vulneráveis a isto. E tá tudo bem não estar bem o tempo inteiro.

terça-feira, maio 29, 2018

A Luz que perdemos | Estante

Foto: Arqueiro.
Nome: A luz que perdemos.
Autora: Jill Santopolo.
Editora: Arqueiro.
Páginas: 336 páginas.
Classificação:

Onde encontrar: Amazon | Cultura | Saraiva | Submarino

Sinopse: O onze de setembro desencadeou várias coisas e uma delas foi um grande propósito na vida de Gabe e Luce. Ambos não esperavam por esse encontro, nem que um ataque terrorista desencadeasse algo tão incrível dentro deles como esse proposito tão grande pela vida e de correr atrás dos seus sonhos. Eles sentem que tem muito a fazer pelo mundo, mas de formas diferentes e a intensidade com que levam essas relações e todos os percalços no caminho é de emocionar e aquecer o coração. Histórias de amor não precisam ser imensas para serem bonitas. 13 anos é muito tempo, mas todas a ramificações dessa história vão permear a vida desses personagens para sempre.

Luce e Gabe se conhecem na faculdade devido ao atentado do onze de setembro, mas esse é só um dos vários encontros que eles vão ter ao longo da vida. Num relacionamento é comum ter a discussão sobre quem vai ceder mais para que tudo funcione melhor para ambos. Só que abdicar dos seus sonhos para viver em função de uma outra pessoa é pedir muito, mas e se eles fizerem isso? Toda a história é sobre como no mundo temos inúmeras possibilidades e ás vezes ao escolhemos uma fechamos uma porta de outras possibilidades.

A Luce que narra a história sofre muito com o papel da mulher na sociedade e do que as pessoas esperam que ela se trone. Abrindo diversas discussões sobre ser mulher, qual a melhor saída ou caminho?  E por que não posso viver a vida dos meus sonhos? Só porque não esperam isso de mim?
e todo final de capítulo ela narra como isso tudo está no presente e você só encontra o presente no final do livro.

Minhas impressões: 
Meu maior medo ao ler a história era que o onze de setembro fosse romantizado, mas ao contrário do que esperava esse acontecimento se tornou um propósito na vida dos personagens principais. Nem sei por onde começar a falar desta história. Quando comecei o livro esperava que fosse daqueles que você põe na cabeceira e lê no fim do dia, mas não se envolve diretamente com a história. Estava enganada, me vi absorvida pela história e cheia de incertezas sobre o que acredito ser amor, paixão, família e sobre o futuro. 

A vida é baseada em escolhas, talvez Luce e Gabe não tenham feito as melhores, mas não abdicaram de seus sonhos para viver os do outro e ambos terão minha profunda admiração por isso. Histórias de amor são contadas o tempo todo, mas de maneiras diferentes e obedecendo uma fórmula. Esta teve suas divergências, pontos positivos e negativos. Resinificou o 11 de setembro sem romantizar o que aconteceu. O descreveu de maneira dura e dolorosa que deixa o leitor com o pesar no peito pelo está lendo, me vi perdidas em lágrimas ao longo das páginas. Fui feliz, triste (com algumas cenas) mas no final adorei o romance. Me arrebatou por completo e virou um dos meus favoritos desse ano.

Em suma, essa história é uma grande metáfora sobre escolhas, sonhos, futuro e amor. E que provavelmente vai arrebatar muitos leitores.

Citações favoritas:
Você me ensinou a buscar a beleza. Em meio as ruínas e à escuridão, você sempre encontrou a luz.

Às vezes os objetos parecem ser testemunhas da história.

Há algo na morte que faz as pessoas desejarem viver.

Há momentos que alteram a vida das pessoas.

Toda vez que encontro você o mundo está em pedaços.

Nunca vou agir como se os seus sonhos fossem descartáveis.

A conclusão lógica de viver cada dia como se fosse o último -prosseguiu ela- é que não da para fazer planos para o futuro. Esse é o problema.

Porque só revelamos nossa verdadeira natureza para as pessoas que mais amamos,

Como se meu coração fosse frágil como vidro e alguém o jogasse no chão, quebrando-o em um milhão de pedaços para esfregar o sapato nos cacos.

Lembre-se existe uma diferença entre amor e paixão.

sábado, maio 26, 2018

Novidades em adaptações literárias | Manteiga de cinema



No último mês, aconteceram várias novidades no mundo das adaptações literárias. Uma delas foi que a Paula Pimenta revelou qual dos seus livros vai ser o primeiro a ser adaptado para o cinema que é o Cinderela Pop publicado pela galera record onde a autora assina uma série sobre princesas. Quem vai protagonizar o longa é a Maísa Silva que também é uma das protagonista de Tudo por um popstar da Thalita Rebouças que estará nos cinemas em julho deste ano.

 

Finalmente temos uma notícia para Quem é você Alasca? os direitos do livro foram adquirido pelo hulu serviço de streaming responsável por The handmaid's tale quem liberou essa informação foi o portal Deadline e o responsável pelo piloto é o  Josh Schwartz (Gossip Girl) que também contará como o Jhon Green como produtor executivo a série vai contar com oito episódios. O livro foi originalmente publicado em 2005 e teve seus direitos comprados pela Paramount, mas com a fraca bilheteria de Cidades de papel o projeto do filme foi engavetado.



A adaptação de O ódio que você semeia finalmente também ganhou data de estréia 19 de Outubro de 2018 e estou muito feliz, pois que hino de livro. Em breve sai a resenha dele escrita e em vídeo e está rolando leitura conjunta do clube do livro @enigmadolivro que estou relendo para resenhar e discutir junto com eles se quiserem participar sigam eles para maiores informações. No elenco Amandla Stenberg que interpretará a Star e também conta Lamar Jhonson que interpretará Senven irmão do meio da Star, Sofia Carson que será Hailey uma das amigas da garota.


Cade você Bernadette? também finalmente teve uma data de estréia 19 de outubro de 2018. O longa conta como Troian Bellissario conhecida pelo papel de Spencer em Pretty Little Liars e Cate Blanchett conhecida pela sua personagem na rainha dos elfos na trilogia do Senhor dos anéis a atriz conta dois oscars e três globos de ouro.

Esses dias descobri uma conta nova no twitter que se chama @SemSpoiler_ como esses post no blog são esporádicos recomendo que sigam essa conta para se manter sempre atualizados a respeito do mundo literário e todas as suas adaptações.

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